04/03/2019

O Show Blackfolia World Black Music | Foto:Alexandra Martins
Sonoridades mundialmente populares como kuduro, afrobeat, dub, soul music e reggae, além de ritmos popularmente baianos como arrocha, pagode e samba, deram o tom da terceira noite de Carnaval do Pelô,numa festa em que a diversidade se fez presente de muitas formas. Em destaque, o show da banda camaçariense Afrocidade com as cantoras trans Titica e Majur, a primeira, angolana, e a segunda, baiana como o grupo. A conexão com o continente africano também foi fortalecida no show Blackfolia World Black Music, que contou com a nigeriana Okwei Odili e os baianos Dja Luz e Daúde.
No show “Conexão Bahia Angola”, a música afrobaiana politizada, popular e contagiante, como é descrita a mistura músico cultural da Afrocidade, foi potencializada pelo balanço eletrizante do kuduro de Titica e pela força das múltiplas representatividades expressadas pelo trabalho de Majur. Uma marca importante da apresentação foi fazer subir ao palco principal do Carnaval do Pelourinho duas artistas trans, reforçando o discurso de representatividade e inclusão emanado em toda apresentação. Para Majur, “estar nesses espaços é um momento único. Estou aqui para representar a Bahia, o que a gente tem de bom e a originalidade afro”, diz.
Em seguida, no palco principal no Largo do Pelourinho, com o tema Excentricx e Extravagantxs, o Três na Folia reuniu as cantoras Sandra Simões, Claudia Cunha e Manuela Rodrigues, retomando a formação original do projeto que levou o público a relembrar antigos carnavais, afoxés, músicas dos blocos afro, além dos elementos do rock de Rita Lee e Rau Seixas.
Quem ficou até o final da programação vivenciou um encontro potente dos artistas Daúde, Okwei Odili e Dja Luz, na terceira noite do Carnaval do Pelô. O show trouxe a música cubana, jamaicana, nigeriana, estadunidense e brasileira reunidas em um único repertório. A ideia de construir um repertório focado na música negra mundial permitiu que a cantora e compositora, Okwei Odili, natural da Nigéria, participasse pela primeira vez do Carnaval do Pelô. “Eu gosto da folia daqui justamente por possibilitar que as pessoas possam conhecer outro tipo de música e outro tipo de cantores. Estou muito feliz de perceber que estamos na mesma linguagem”, disse.
Reggae em evidência – A programação também foi movimentada nos largos Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro d’Água. Em destaque, muitos foliões curtiram o balanço do reggae, que foi muito bem representado na noite de domingo. A Orquestra Reggae de Cachoeira levou levando para o palco do Pedro Archanjo 23 músicos, com idades entre 14 e 29 anos, parte do projeto existente desde 2012 e que atua ensinando jovens da cidade a tocar diversos instrumentos. Já no Largo Tereza Batista, a galera curtiu o show da cantora Renata Bastos, uma das grandes expoentes femininas do reggae baiano. Com um repertório formado por canções autorais, e clássicos de Bob Marley e Edson Gomes, a artista participou pela segunda vez no Carnaval do Pelô.
Brincar e carnavalizar – Mais um dia de baile infantil no Carnaval do Pelô, que também pode ser chamado de batalha de espuma, chuva de confete, mar de sorrisos e muita diversão. A festa ficou sob o comando de Ray Gramacho e a Banda Folia, que, como prometido, integrou crianças e adultos e deixou a tarde de domingo (03) genuinamente colorida e vibrante. A apresentação contou a mistura de ritmos, agregando canções do mundo da infância, além de outras consagradas nos carnavais da Bahia, animando crianças de todas as idades, inclusive as que já são chamadas adultas. Os bailes continuam até o fim do carnaval sempre no mesmo lugar e horário, na segunda-feira (04) será a vez do grupo Canela Fina, e na terça-feira (05), do show lúdico do PUMM – Por Um Mundo Melhor.
Folia pipoca – Logo pela manhã a bandinha de percussão Som do Timbal saiu pelas ruas anunciando o domingo de carnaval. Ao longo do dia, muitas outras bandas e grupos de performance puderam ser vistos no vai e vem das ruas Pelô, levando animação a todo mundo. E quando os microtrios e nanotrios de Ivan Huol, Maira Lins no Boteco Elétrico, Pelô Bossa Reggae e o Bicicletrio Toca Raul chegaram neste domingo ao Terreiro de Jesus, no final da tarde, foliões de todas as idades ganharam fôlego para dançar e acompanhar a tradicional volta no Circuito Batatinha. Teve gente que pulou, cantou e se misturou com os diversos personagens da folia, que trajavam fantasias coloridas e artísticas.
Carnaval da Cultura – É o carnaval dos blocos afro, de samba, de reggae e dos afoxés, apoiados por meio do Edital Ouro Negro para desfilar nos três principais circuitos da folia: Batatinha, Dodô e Osmar. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval do Pelô, que abraça o carnaval de rua, microtrios e nanotrios, além de promover nos palcos grandes encontros musicais e variados ritmos numa ampla programação. Tem Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Hip-hop e Guitarra Baiana, além de Orquestras e Bailes Infantis. E é também a preservação do patrimônio cultural, com o apoio ao carnaval tradicional dos mascarados de Maragojipe. Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBA), o Carnaval da Cultura é da Bahia. O Mundo se Une Aqui! Confira mais fotos no Flickr: https://goo.gl/6c7RT5
No show “Conexão Bahia Angola”, a música afrobaiana politizada, popular e contagiante, como é descrita a mistura músico cultural da Afrocidade, foi potencializada pelo balanço eletrizante do kuduro de Titica e pela força das múltiplas representatividades expressadas pelo trabalho de Majur. Uma marca importante da apresentação foi fazer subir ao palco principal do Carnaval do Pelourinho duas artistas trans, reforçando o discurso de representatividade e inclusão emanado em toda apresentação. Para Majur, “estar nesses espaços é um momento único. Estou aqui para representar a Bahia, o que a gente tem de bom e a originalidade afro”, diz.
Em seguida, no palco principal no Largo do Pelourinho, com o tema Excentricx e Extravagantxs, o Três na Folia reuniu as cantoras Sandra Simões, Claudia Cunha e Manuela Rodrigues, retomando a formação original do projeto que levou o público a relembrar antigos carnavais, afoxés, músicas dos blocos afro, além dos elementos do rock de Rita Lee e Rau Seixas.
Quem ficou até o final da programação vivenciou um encontro potente dos artistas Daúde, Okwei Odili e Dja Luz, na terceira noite do Carnaval do Pelô. O show trouxe a música cubana, jamaicana, nigeriana, estadunidense e brasileira reunidas em um único repertório. A ideia de construir um repertório focado na música negra mundial permitiu que a cantora e compositora, Okwei Odili, natural da Nigéria, participasse pela primeira vez do Carnaval do Pelô. “Eu gosto da folia daqui justamente por possibilitar que as pessoas possam conhecer outro tipo de música e outro tipo de cantores. Estou muito feliz de perceber que estamos na mesma linguagem”, disse.
Reggae em evidência – A programação também foi movimentada nos largos Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro d’Água. Em destaque, muitos foliões curtiram o balanço do reggae, que foi muito bem representado na noite de domingo. A Orquestra Reggae de Cachoeira levou levando para o palco do Pedro Archanjo 23 músicos, com idades entre 14 e 29 anos, parte do projeto existente desde 2012 e que atua ensinando jovens da cidade a tocar diversos instrumentos. Já no Largo Tereza Batista, a galera curtiu o show da cantora Renata Bastos, uma das grandes expoentes femininas do reggae baiano. Com um repertório formado por canções autorais, e clássicos de Bob Marley e Edson Gomes, a artista participou pela segunda vez no Carnaval do Pelô.
Brincar e carnavalizar – Mais um dia de baile infantil no Carnaval do Pelô, que também pode ser chamado de batalha de espuma, chuva de confete, mar de sorrisos e muita diversão. A festa ficou sob o comando de Ray Gramacho e a Banda Folia, que, como prometido, integrou crianças e adultos e deixou a tarde de domingo (03) genuinamente colorida e vibrante. A apresentação contou a mistura de ritmos, agregando canções do mundo da infância, além de outras consagradas nos carnavais da Bahia, animando crianças de todas as idades, inclusive as que já são chamadas adultas. Os bailes continuam até o fim do carnaval sempre no mesmo lugar e horário, na segunda-feira (04) será a vez do grupo Canela Fina, e na terça-feira (05), do show lúdico do PUMM – Por Um Mundo Melhor.
Folia pipoca – Logo pela manhã a bandinha de percussão Som do Timbal saiu pelas ruas anunciando o domingo de carnaval. Ao longo do dia, muitas outras bandas e grupos de performance puderam ser vistos no vai e vem das ruas Pelô, levando animação a todo mundo. E quando os microtrios e nanotrios de Ivan Huol, Maira Lins no Boteco Elétrico, Pelô Bossa Reggae e o Bicicletrio Toca Raul chegaram neste domingo ao Terreiro de Jesus, no final da tarde, foliões de todas as idades ganharam fôlego para dançar e acompanhar a tradicional volta no Circuito Batatinha. Teve gente que pulou, cantou e se misturou com os diversos personagens da folia, que trajavam fantasias coloridas e artísticas.
Carnaval da Cultura – É o carnaval dos blocos afro, de samba, de reggae e dos afoxés, apoiados por meio do Edital Ouro Negro para desfilar nos três principais circuitos da folia: Batatinha, Dodô e Osmar. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval do Pelô, que abraça o carnaval de rua, microtrios e nanotrios, além de promover nos palcos grandes encontros musicais e variados ritmos numa ampla programação. Tem Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Hip-hop e Guitarra Baiana, além de Orquestras e Bailes Infantis. E é também a preservação do patrimônio cultural, com o apoio ao carnaval tradicional dos mascarados de Maragojipe. Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBA), o Carnaval da Cultura é da Bahia. O Mundo se Une Aqui! Confira mais fotos no Flickr: https://goo.gl/6c7RT5