19/03/2019

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia manifesta profundo pesar pelo falecimento de Valdina de Oliveira Pinto, mais conhecida como Makota Valdina. Nascida em Salvador, no dia 15 de outubro de 1943, tinha 76 anos e era uma educadora, líder comunitária e religiosa brasileira, militante da liberdade de religião, especialmente da nação Angola, escritora e mestra do saber popular.
Foi membro do Conselho de Cultura do Estado da Bahia, como porta-voz das religiões de matriz africana, bem como dos direitos das mulheres e da população negra.
Exercia a função religiosa de Makota (assistente de mãe de santo) do Terreiro Nzo Onimboyá, no Engenho Velho da Federação, bairro em que nasceu e cresceu.
Teve sua vida retratada no documentário “Makota Valdina - Um jeito Negro de Ser e Viver”. Em 2013, Makota Valdina publicou o livro de memórias intitulado "Meu caminhar, meu viver".
Foi homenageada com os prêmios: Troféu Clementina de Jesus, da União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO), Troféu Ujaama, do Grupo Cultural Olodum, Medalha Maria Quitéria.
O sepultamento será nesta terça-feira, às 15h30, no Jardim da Saudade.
Foi membro do Conselho de Cultura do Estado da Bahia, como porta-voz das religiões de matriz africana, bem como dos direitos das mulheres e da população negra.
Exercia a função religiosa de Makota (assistente de mãe de santo) do Terreiro Nzo Onimboyá, no Engenho Velho da Federação, bairro em que nasceu e cresceu.
Teve sua vida retratada no documentário “Makota Valdina - Um jeito Negro de Ser e Viver”. Em 2013, Makota Valdina publicou o livro de memórias intitulado "Meu caminhar, meu viver".
Foi homenageada com os prêmios: Troféu Clementina de Jesus, da União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO), Troféu Ujaama, do Grupo Cultural Olodum, Medalha Maria Quitéria.
O sepultamento será nesta terça-feira, às 15h30, no Jardim da Saudade.