30/04/2019

Foto: Lucas Rosário / SecultBA
Um mergulho na cultura e tradição dos povos indígenas. Essa foi a proposta do encontro sobre culinária e plantio indígena realizado na tarde de hoje (30), na sede do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), no Pelourinho. A programação, que encerrou o projeto Cultura Indígena em Foco, reuniu interessados no tema e estudantes do Colégio Estadual Azevêdo Fernandes (CEAF), em uma área externa, ao ar livre, rodeada de plantas, e contou também com a presença de representantes indígenas das comunidades Pataxó e Tupinambá, na região Sul do estado.
“Estamos tendo a oportunidade de abrigar aqui, hoje, nesse Centro, que trata dos povos tradicionais, as comunidades indígenas. Essa vivência se sacralizou com a presença de todos vocês. Só tenho a agradecer, pois essa não foi uma ação comum. Foi um encontro de celebração dessa cultura, de preservação do nosso povo, do dono da terra, principalmente, nesse momento do país”, destacou a secretaria de Cultura do Estado, Arany Santana.
O diretor do CCPPI, André Reis, deu boas-vindas aos participantes e estudantes presentes, destacando a importância do legado indígena para várias gerações. “Hoje, como parte deste evento que compreende as peculiaridades e costumes desses povos, a Secretaria traz uma palestra sobre a culinária e plantio indígena”, disse.
A técnica da Coordenação de Educação Escolar Indígena da Bahia, da Secretaria de Educação (SEC), Larissa Raiara, ressaltou que o encontro é de grande importância, tanto para a educação e cultura indígena, quanto para a educação básica. “Estamos felizes porque essa reunião fortalece a cultura e a Educação Escolar indígena, dando oportunidade para que tanto os jovens quanto aqueles que estão aqui, adquiram conhecimentos sobre essas comunidades. Tenho certeza que eles nunca tomaram uma aula que pudessem conhecer tão de perto os indígenas”.
Durante o evento, Ivonete, conhecida como Cacique Fia, da aldeia Abaeté Santana, etnia Tupinambá, do município de Olivença, deu uma aula sobre o uso e poder das ervas medicinais, mostrando os benefícios de ervas como a erva-doce, babosa, alfazema, carrapicho de agulha, barbatimão, Guiné, e Alecrim, entre outras. “É muito importante divulgar nossa cultura e medicina tradicional. É um modo de passar conhecimento, de proteger a natureza e dizer que nos preocupamos e cuidamos dos territórios e da terra”, disse.
A programação foi organizada pela Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), por meio do CCPI, e incluiu atividades como degustação de peixe e maniçoba, workshop, palestra, roda de conversa, divulgação de livro, artesanato e aulas de culinária, entre outras ações, que aconteceram nos dias 26, 29 e 30, em espaços da Secretaria de Cultura.
Estiveram também presentes a professora e integrante da Coordenação Escolar Indígena, Merki Pataxó, a chefe de Culinária Estela Maris, José Carlos, coordenador Indígena/SEC, representantes da aldeia Tupinambá, entre outros integrantes das comunidades indígenas da Bahia.
Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) – O CCPI é responsável pela execução, proteção e promoção das políticas públicas de valorização e fortalecimento das manifestações populares e de identidade, orientadas de acordo com o pensamento contemporâneo da Unesco e do Ministério da Cultura. Seu campo de atuação contempla a cultura do sertão, de matrizes africanas, ciganas e indígenas, LGBTQ+, infância e idosos. Coordena a programação artística dos largos do Pelourinho e suas grandes festas populares.
“Estamos tendo a oportunidade de abrigar aqui, hoje, nesse Centro, que trata dos povos tradicionais, as comunidades indígenas. Essa vivência se sacralizou com a presença de todos vocês. Só tenho a agradecer, pois essa não foi uma ação comum. Foi um encontro de celebração dessa cultura, de preservação do nosso povo, do dono da terra, principalmente, nesse momento do país”, destacou a secretaria de Cultura do Estado, Arany Santana.
O diretor do CCPPI, André Reis, deu boas-vindas aos participantes e estudantes presentes, destacando a importância do legado indígena para várias gerações. “Hoje, como parte deste evento que compreende as peculiaridades e costumes desses povos, a Secretaria traz uma palestra sobre a culinária e plantio indígena”, disse.
A técnica da Coordenação de Educação Escolar Indígena da Bahia, da Secretaria de Educação (SEC), Larissa Raiara, ressaltou que o encontro é de grande importância, tanto para a educação e cultura indígena, quanto para a educação básica. “Estamos felizes porque essa reunião fortalece a cultura e a Educação Escolar indígena, dando oportunidade para que tanto os jovens quanto aqueles que estão aqui, adquiram conhecimentos sobre essas comunidades. Tenho certeza que eles nunca tomaram uma aula que pudessem conhecer tão de perto os indígenas”.
Durante o evento, Ivonete, conhecida como Cacique Fia, da aldeia Abaeté Santana, etnia Tupinambá, do município de Olivença, deu uma aula sobre o uso e poder das ervas medicinais, mostrando os benefícios de ervas como a erva-doce, babosa, alfazema, carrapicho de agulha, barbatimão, Guiné, e Alecrim, entre outras. “É muito importante divulgar nossa cultura e medicina tradicional. É um modo de passar conhecimento, de proteger a natureza e dizer que nos preocupamos e cuidamos dos territórios e da terra”, disse.
A programação foi organizada pela Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), por meio do CCPI, e incluiu atividades como degustação de peixe e maniçoba, workshop, palestra, roda de conversa, divulgação de livro, artesanato e aulas de culinária, entre outras ações, que aconteceram nos dias 26, 29 e 30, em espaços da Secretaria de Cultura.
Estiveram também presentes a professora e integrante da Coordenação Escolar Indígena, Merki Pataxó, a chefe de Culinária Estela Maris, José Carlos, coordenador Indígena/SEC, representantes da aldeia Tupinambá, entre outros integrantes das comunidades indígenas da Bahia.
Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) – O CCPI é responsável pela execução, proteção e promoção das políticas públicas de valorização e fortalecimento das manifestações populares e de identidade, orientadas de acordo com o pensamento contemporâneo da Unesco e do Ministério da Cultura. Seu campo de atuação contempla a cultura do sertão, de matrizes africanas, ciganas e indígenas, LGBTQ+, infância e idosos. Coordena a programação artística dos largos do Pelourinho e suas grandes festas populares.