24/07/2019

Foto: Keu Guerra
Após alcançar mais de 4 mil espectadores no primeiro ciclo, que ocorreu de novembro de 2018 a março deste ano, o Circuito Luiz Orlando de Exibição Audiovisual encerrou seu segundo ciclo com um novo recorde de público. Entre abril e junho de 2019, o Circuito recebeu 5.354 espectadores.
O projeto é promovido pela Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas/Funceb), órgão da SecultBA, e no período exibiu o longa metragem baiano Café com Canela, de Glenda Nicácio e Ary Rosa. Neste segundo ciclo, o Circuito foi realizado em parceria com o projeto Escolas Culturais.
O filme, realizado no Recôncavo da Bahia, foi exibido em 78 sessões, em 65 municípios baianos, para 5.222 pessoas. O enredo da produção conta o reencontro de suas mulheres com vidas marcadas pelo luto, além de abordar aspectos diversos como ancestralidade, machismo e homofobia.
Além de Café com Canela, outras produções cinematográficas foram exibidas no segundo ciclo do Circuito. Foram estes: 1798: Revolta dos Búzios; Revoada; É proibido menino calçado entrar na escola; e Astrogildo e a Astronave, que juntos, alcançaram 132 espectadores nas cidades de Jussari, Bom Jesus da Lapa e Candeias.
Terceiro ciclo – O terceiro ciclo do Circuito Luiz Orlando já começou no interior o estado. Desta vez com o filme documentário “Mokambo”. Idealizado e dirigido pela jornalista Soraya Mesquita, o documentário retrata a materialidade e a espiritualidade que o povo Bantu disseminou na identidade brasileira.
A inspiração para a realização do projeto veio de Taata Anselmo, sacerdote do terreiro Mokambo, que, na descendência religiosa, é filho de Mãe Mirinha do Portão, neto de Joãozinho da Gomeia e bisneto de Severiano Manuel de Abreu, o Jubiabá.
O terreiro, localizado no bairro Trobogy, em Salvador, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) em 2016, é uma referência na preservação e divulgação da cultura Bantu, com o Memorial Kisimbiê – Águas do Saber, premiado pelo IPAC como Espaço de Visibilidade e Manutenção da Tradição Bantu no Brasil.
O projeto é promovido pela Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas/Funceb), órgão da SecultBA, e no período exibiu o longa metragem baiano Café com Canela, de Glenda Nicácio e Ary Rosa. Neste segundo ciclo, o Circuito foi realizado em parceria com o projeto Escolas Culturais.
O filme, realizado no Recôncavo da Bahia, foi exibido em 78 sessões, em 65 municípios baianos, para 5.222 pessoas. O enredo da produção conta o reencontro de suas mulheres com vidas marcadas pelo luto, além de abordar aspectos diversos como ancestralidade, machismo e homofobia.
Além de Café com Canela, outras produções cinematográficas foram exibidas no segundo ciclo do Circuito. Foram estes: 1798: Revolta dos Búzios; Revoada; É proibido menino calçado entrar na escola; e Astrogildo e a Astronave, que juntos, alcançaram 132 espectadores nas cidades de Jussari, Bom Jesus da Lapa e Candeias.
Terceiro ciclo – O terceiro ciclo do Circuito Luiz Orlando já começou no interior o estado. Desta vez com o filme documentário “Mokambo”. Idealizado e dirigido pela jornalista Soraya Mesquita, o documentário retrata a materialidade e a espiritualidade que o povo Bantu disseminou na identidade brasileira.
A inspiração para a realização do projeto veio de Taata Anselmo, sacerdote do terreiro Mokambo, que, na descendência religiosa, é filho de Mãe Mirinha do Portão, neto de Joãozinho da Gomeia e bisneto de Severiano Manuel de Abreu, o Jubiabá.
O terreiro, localizado no bairro Trobogy, em Salvador, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) em 2016, é uma referência na preservação e divulgação da cultura Bantu, com o Memorial Kisimbiê – Águas do Saber, premiado pelo IPAC como Espaço de Visibilidade e Manutenção da Tradição Bantu no Brasil.