20/12/2019

Foto: Divulgação
Com projetos que foram destaque em Salvador e no interior do estado, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), por meio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), impulsionou, de modo significativo, as artes em vários segmentos, focando no desenvolvimento das linguagens artísticas. Os projetos Se Mostra Interior, Novembro das Artes Negras e as artes circenses foram uma mostra desta diversidade cultural, levando o talento de artistas para vários espaços culturais da Bahia.
Nas Artes Visuais, tanto no âmbito estadual quanto nacional, foram realizadas premiações e diversos diálogos com o setor. Este ano, dentre as premiações, foi promovida a sétima edição do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger, com o lançamento da categoria Ancestralidade e Representação, um reconhecimento aos ensaios fotográficos autorais e que possuíam abordagens de caráter histórico ou etnográfico brasileiro. Essa nova categoria passou a existir junto à Fotografia Documental e aos Trabalhos de Inovação e Experimentação.
No total, 484 propostas foram habilitadas na premiação. Foram também selecionados 15 conjuntos fotográficos: três premiados com R$ 30.000,00 e 12 menções honrosas, além de uma tiragem de 1.000 catálogos. A exposição coletiva do Prêmio, com curadoria da artista Thais Darzé, reuniu 3.161 visitantes.
Neste leque de ações, a coordenação de Artes Visuais da Funceb realizou no segundo semestre encontros com diversos segmentos do setor. O projeto Roda de Conversa teve como objetivo aproximar artistas desta coordenação, levantando as demandas apresentadas pelos artistas. Os cinco encontros aconteceram em Salvador e Região Metropolitana e no município de Juazeiro, com 65 pessoas, e a abordagem de temas como a Agenda de ações para a fotografia, Perspectivas para novos cenários da arte urbana e Colaborações para um fazer artístico e Artesanato.
Outro destaque foi o Novembro das Artes Negras, em sua terceira edição, apresentou um conjunto de atividades e diálogos sobre os movimentos contemporâneos. A programação aconteceu em duas etapas. A primeira foi nas unidades prisionais de Salvador, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia – SEAP/BA. Os internos da Unidade Especial Disciplinar e da Colônia Penal Lafayete Courinho assistiram o espetáculo “O Circo de um homem Só”, levado pelo NAC. Também a Oficina de Narrativas Visuais e a Oficina Câmara Mágica, aparelho pré-fotográfico, com Diego Sei. Além, do espetáculo “O Casamento do Palhaço”, com João Lima e no mesmo dia, o espetáculo de dança “Negreiro”, com Jaqueline Elesbão. A dupla do Na Rédea Curta, os personagens Júnior e Maninha também realizaram esquetes para o público prisional. Na segunda etapa, o local escolhido foi a Sala King, na Funceb, que contou com a apresentação musical do cantor Dão e do monólogo “Isto não é uma mulata”, com a atriz Mônica Santana.
Já na capital e no interior da Bahia, o Núcleo de Artes Circenses (NAC), em parceria com a Fundação Cultural, realizou diversas ações que reconheceram e valorizaram a arte circense. Uma programação especial, em comemoração ao Dia do Circo, 27 de março, foi realizada para os alunos da Escola Municipal Hildete Lomanto, que tiveram a oportunidade de assistir vídeos da Campanha Valorize o Circo como atividade da disciplina de artes, a convite da professora Poliana Bicalho. Também foram realizadas exibições do documentário “Minha Avó era Palhaço”, além do projeto Empoderamento das Mulheres de Circo.
Foram realizadas três edições do Curso de Elaboração de Projetos Culturais, que aconteceu dentro do Programa Ações Formativas, uma iniciativa da Diretoria das Artes em parceria com o SENAC. A primeira edição aconteceu no município de Wagner para 25 pessoas oriundas de diversos municípios da Chapada Diamantina, no mês de maio. Nas três edições posteriores, 90 pessoas participaram da formação na Capital baiana, em 2019.
Nas Artes Visuais, tanto no âmbito estadual quanto nacional, foram realizadas premiações e diversos diálogos com o setor. Este ano, dentre as premiações, foi promovida a sétima edição do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger, com o lançamento da categoria Ancestralidade e Representação, um reconhecimento aos ensaios fotográficos autorais e que possuíam abordagens de caráter histórico ou etnográfico brasileiro. Essa nova categoria passou a existir junto à Fotografia Documental e aos Trabalhos de Inovação e Experimentação.
No total, 484 propostas foram habilitadas na premiação. Foram também selecionados 15 conjuntos fotográficos: três premiados com R$ 30.000,00 e 12 menções honrosas, além de uma tiragem de 1.000 catálogos. A exposição coletiva do Prêmio, com curadoria da artista Thais Darzé, reuniu 3.161 visitantes.
Neste leque de ações, a coordenação de Artes Visuais da Funceb realizou no segundo semestre encontros com diversos segmentos do setor. O projeto Roda de Conversa teve como objetivo aproximar artistas desta coordenação, levantando as demandas apresentadas pelos artistas. Os cinco encontros aconteceram em Salvador e Região Metropolitana e no município de Juazeiro, com 65 pessoas, e a abordagem de temas como a Agenda de ações para a fotografia, Perspectivas para novos cenários da arte urbana e Colaborações para um fazer artístico e Artesanato.
Outro destaque foi o Novembro das Artes Negras, em sua terceira edição, apresentou um conjunto de atividades e diálogos sobre os movimentos contemporâneos. A programação aconteceu em duas etapas. A primeira foi nas unidades prisionais de Salvador, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia – SEAP/BA. Os internos da Unidade Especial Disciplinar e da Colônia Penal Lafayete Courinho assistiram o espetáculo “O Circo de um homem Só”, levado pelo NAC. Também a Oficina de Narrativas Visuais e a Oficina Câmara Mágica, aparelho pré-fotográfico, com Diego Sei. Além, do espetáculo “O Casamento do Palhaço”, com João Lima e no mesmo dia, o espetáculo de dança “Negreiro”, com Jaqueline Elesbão. A dupla do Na Rédea Curta, os personagens Júnior e Maninha também realizaram esquetes para o público prisional. Na segunda etapa, o local escolhido foi a Sala King, na Funceb, que contou com a apresentação musical do cantor Dão e do monólogo “Isto não é uma mulata”, com a atriz Mônica Santana.
Já na capital e no interior da Bahia, o Núcleo de Artes Circenses (NAC), em parceria com a Fundação Cultural, realizou diversas ações que reconheceram e valorizaram a arte circense. Uma programação especial, em comemoração ao Dia do Circo, 27 de março, foi realizada para os alunos da Escola Municipal Hildete Lomanto, que tiveram a oportunidade de assistir vídeos da Campanha Valorize o Circo como atividade da disciplina de artes, a convite da professora Poliana Bicalho. Também foram realizadas exibições do documentário “Minha Avó era Palhaço”, além do projeto Empoderamento das Mulheres de Circo.
Foram realizadas três edições do Curso de Elaboração de Projetos Culturais, que aconteceu dentro do Programa Ações Formativas, uma iniciativa da Diretoria das Artes em parceria com o SENAC. A primeira edição aconteceu no município de Wagner para 25 pessoas oriundas de diversos municípios da Chapada Diamantina, no mês de maio. Nas três edições posteriores, 90 pessoas participaram da formação na Capital baiana, em 2019.
Música - O projeto Concha Negra voltou nesta segunda edição (2019/2020). Foram realizados neste ano três shows, começando no dia 16 de novembro com a apresentação do grupo Àttøøxxá com o rapper paulista Rincon Sapiência. No dia 07 de dezembro foi a vez do bloco afro Ilê Aiyê levar o charme da liberdade para a Concha Acústica. A noite contou com abertura do Coletivo Afrobapho e a participação da cantora Daniela Mercury. Já no dia 14, foi a vez de embarcar no trem do amor com Sine Calmon & Morrão Fumegante, promovendo o show Reggae Retrô, numa noite repleta de convidados da cena. Os shows da Concha Negra seguem em 2020 com shows de Olodum (11/01), Baco Exu do Blues (18/01), Lazzo Matumbi (25/01) e Afropop – Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna (08/02), Panteras Negras, Banda Didá e Slam das Minas (15/02) e encerrado a segunda edição do Concha Negra, Ópera dos Terreiros: Núcleo de Ópera da Bahia (14/03).
Territórios Baianos – O projeto Se Mostra Interior, idealizado pela Coordenação de Teatro da Funceb, realizou convocatória que selecionou seis espetáculos de artes cênicas e seis obras de artistas visuais, ambos do interior do estado, para se apresentarem no palco do Teatro Gamboa Nova, em Salvador, além de ilustrarem a capa de programação mensal do referido teatro. O projeto aconteceu no período de seis meses e os espetáculos teatrais mobilizaram 470 pessoas. Os espetáculos selecionados foram: Mulheres Malês (Lauro de Freitas), Consolo (Palmeiras), Sentimento Gris, (Juazeiro), Raul, Lira e o Incrível Livro da Capa Azul (Vitória da Conquista), Encarceradas (Feira de Santana) e Pinóquio (Ilhéus).
Já as obras visuais selecionadas foram: "Doce Infância", de Márcio Gari (Ubaitaba); "Logro e Logra em Preto e Branco" de Janete Lainha (Ilhéus); Obra "Mandacaru quando flora lá na seca", de Cisio Lima (Wagner); "Aventura é ser criança", de Heitor de Santana Rodrigues (Juazeiro); "Belezas Crespas", de Filipe de Oliveira Santos (Alagoinhas); e "Energia Oxum", de Jaci Pinto de Souza (Alagoinhas).
Intercâmbios – Com o objetivo de viabilizar a participação de artistas e agentes culturais do interior em importantes festivais que acontecem na capital, o Intercâmbio Artístico-Cultural em Festivais, criado em 2016, ofereceu aos selecionados hospedagem no Pouso das Artes, além de transporte de ida e volta para suas cidades, alimentação e participação nas ações de fruição e formação dos festivais.
A SecultBA, por meio da Funceb, também recebeu artistas para o Festival Internacional Latino Americano de Teatro (FILTE), apoiado Pelo Fundo de Cultura da Bahia, que aconteceu em setembro. Dez intercambistas de seis macroterritórios do estado participaram do evento. Foram ainda investidos R$ 20.000,00 no Festival que chegou a sua décima edição e beneficiou aproximadamente 5 mil pessoas em 2019. Durante o festival também foi lançado o Kit Difusão de Teatro da Bahia 2018, a partir da realização de dois cursos “Empreender em Cultura - perspectivas da internacionalização” e “Rodada de Negócios”.
Para o Festival Internacional de Artes Cênicas (FIAC), também apoiado pelo Fundo de Cultura da Bahia, que aconteceu em outubro, o Pouso das Artes da Funceb recebeu 14 artistas/agentes culturais de teatro que participaram de toda a programação do festival.
Foi realizado ainda o III Encontro de Filosofia e Teatro de Rua da Bahia, junto com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), em apoio ao Movimento Teatro de Rua. Através de Termo de Cooperação Técnica, a coordenação de Teatro e a Diretoria das Artes ficaram responsáveis pela contratação de 5 espetáculos para se apresentarem na Mostra Nordestina de Teatro de Rua nos dias 30 e 31 de março. Cerca de 2 mil pessoas foram beneficiadas pelo evento.
A comemoração dos 30 anos do Teatro de Lambe-Lambe, em setembro, também foi outra ação apoiada pela SecultBA, por meio da Funceb, através da coordenação de Teatro. Participaram 60 artistas lambelambeiros de diferentes estados e países para um público de 1.500 pessoas. A coordenação ministrou ainda oficina básica de teatro em América Dourada (BA) para 25 pessoas entre crianças, adolescentes e jovens da Zona Rural, em atividade junto com a Coordenação de Dança da Funceb.