26/02/2020
Foto: Almir Santos
Com uma multidão de foliões que pareciam não querer se despedir da folia, o projeto Triunidade, formado pelos artistas Lazzo Matumbi, Orquestra Skanibais e Duda Diamba, deu um show nesta terça-feira (25), na última noite do Carnaval do Pelô, presenteando o público com um repertório cheio de misturas e influências mundiais que evidenciaram a experiência e trajetória dos artistas.
Integrando o projeto Três Artistas(modalidade que reúne três diferentes atrações para show em conjunto no palco principal da festa, no Pelourinho), o Triunidade misturou reggae, ska, soul, ijexá e samba da melhor qualidade, numa típica combinação de músicas brasileira e baiana.
O show começou com uma homenagem a Luiz Gonzaga, com a banda Skanibais executando a música “Vem Morena”, e emendou com “Muito Romântico”, de Caetano Veloso. Duda Diamba começou a sua participação cantando “Waiting in Vain”, do grande ícone do reggae mundial Bob Marley, depois puxou duas canções da banda Diamba – “Eu piro quando você passa” e “Jamaica é bom demais” –, além de cações de Tim Maia, Banda Reflexus e o sucesso do Olodum regravado pelos Gilsons, “Várias Queixas”.
Lazzo entrou no palco levantando o público com “Alegria da Cidade”, grande sucesso na voz dele, e apresentou ainda releituras cheias de suingue das canções “Iolanda” (Chico Buarque), “Sangue Latino” (Secos e Molhados) e “Ovelha Negra” (Rita Lee). E encerrou o show cantando com Duda as canções “Me abraça e me beija”, do próprio Lazzo, e “Na cadência do Samba”, um clássico do samba de Ataulfo Alves.
A banda base do Skanibais foi um show à parte. Responsável pela condução da apresentação, pelo repertório diversificado e, principalmente, pela unidade artística, a banda encantou o público com a potência dos instrumentos de sopro.
Skanibais– Primeira banda de SKA jamaicano da Bahia, é formada pelos músicos João Teoria (voz/trompete), Matias Traut (trombone/direção musical), Ito Bispo (saxofone), Kiko Souza (sax/flauta), Léo Couto (sax barítono), Gilmar Chaves (trombone), Alan Dugrave (contrabaixo), Juliano Oliveira (teclado), Marco Oliveira (guitarra) e Uirá Nogueira (bateria).
Integrando o projeto Três Artistas(modalidade que reúne três diferentes atrações para show em conjunto no palco principal da festa, no Pelourinho), o Triunidade misturou reggae, ska, soul, ijexá e samba da melhor qualidade, numa típica combinação de músicas brasileira e baiana.
O show começou com uma homenagem a Luiz Gonzaga, com a banda Skanibais executando a música “Vem Morena”, e emendou com “Muito Romântico”, de Caetano Veloso. Duda Diamba começou a sua participação cantando “Waiting in Vain”, do grande ícone do reggae mundial Bob Marley, depois puxou duas canções da banda Diamba – “Eu piro quando você passa” e “Jamaica é bom demais” –, além de cações de Tim Maia, Banda Reflexus e o sucesso do Olodum regravado pelos Gilsons, “Várias Queixas”.
Lazzo entrou no palco levantando o público com “Alegria da Cidade”, grande sucesso na voz dele, e apresentou ainda releituras cheias de suingue das canções “Iolanda” (Chico Buarque), “Sangue Latino” (Secos e Molhados) e “Ovelha Negra” (Rita Lee). E encerrou o show cantando com Duda as canções “Me abraça e me beija”, do próprio Lazzo, e “Na cadência do Samba”, um clássico do samba de Ataulfo Alves.
A banda base do Skanibais foi um show à parte. Responsável pela condução da apresentação, pelo repertório diversificado e, principalmente, pela unidade artística, a banda encantou o público com a potência dos instrumentos de sopro.
Skanibais– Primeira banda de SKA jamaicano da Bahia, é formada pelos músicos João Teoria (voz/trompete), Matias Traut (trombone/direção musical), Ito Bispo (saxofone), Kiko Souza (sax/flauta), Léo Couto (sax barítono), Gilmar Chaves (trombone), Alan Dugrave (contrabaixo), Juliano Oliveira (teclado), Marco Oliveira (guitarra) e Uirá Nogueira (bateria).
Duda Diamba –Vocalista da Banda Diamba, grupo de reggae que traz em seu histórico três discos e um DVD, gravados de forma independente, e consolidados pelo público. Nesses quase 16 anos de estrada, a Diamba fez inúmeras apresentações pela capital e pelo interior da Bahia, além das turnês no Rio de Janeiro e no interior de Minas Gerais. Além disso, participaram de três edições do Festival de Verão, fizeram show no 1° Mundial de Bodyboarding na Bahia e em duas edições do Mundial de Surf na Bahia o WQS.
Lazzo - Natural de Salvador, Lazzo Matumbi é conhecido como “a voz da Bahia”, sendo referência para toda uma geração de cantores. Foi ainda adolescente que se viu envolvido com a música, a partir da percussão.Em 1978, Lazzo foi convidado para compor a ala de canto do Ylê Aiyê, bloco afro conhecido como 'o mais belo dos belos'. Depois de quase uma década, saiu para pesquisar outras sonoridades. Suas influências musicais são, principalmente, Marvin Gaye, Ray Charles, Bob Marley e Jimmy Cliff. Como um soar dos guetos, a voz de Bob Marley lhe trouxe a percepção das denúncias sobre variadas formas de exploração do povo negro da Jamaica, o que fez Lazzo traçar um paralelo da questão racial no Brasil.Em 1991, Lazzo abriu os shows de Jimmy Cliff numa turnê por diversos países.
Lazzo - Natural de Salvador, Lazzo Matumbi é conhecido como “a voz da Bahia”, sendo referência para toda uma geração de cantores. Foi ainda adolescente que se viu envolvido com a música, a partir da percussão.Em 1978, Lazzo foi convidado para compor a ala de canto do Ylê Aiyê, bloco afro conhecido como 'o mais belo dos belos'. Depois de quase uma década, saiu para pesquisar outras sonoridades. Suas influências musicais são, principalmente, Marvin Gaye, Ray Charles, Bob Marley e Jimmy Cliff. Como um soar dos guetos, a voz de Bob Marley lhe trouxe a percepção das denúncias sobre variadas formas de exploração do povo negro da Jamaica, o que fez Lazzo traçar um paralelo da questão racial no Brasil.Em 1991, Lazzo abriu os shows de Jimmy Cliff numa turnê por diversos países.
Carnaval do Pelô – Realizado pelo Governo do Estado, o Carnaval do Pelô traz cinco dias de folia para o Centro Histórico de Salvador, com atrações que contemplam os diversos ritmos e tribos. O Largo do Pelourinho será palco dos principais shows da festa, promovendo encontros musicais variados para marcar a memória de cada folião. Nos largos Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro D’Água a mistura traz axé, samba, orquestra, antigos carnavais, rap, afro, guitarra baiana, arrocha e reggae, além de bailes infantis para unir toda a família. As ruas do Pelô mantêm a tradição dos desfiles dos grupos e bandas, sempre em clima de animação e muita paz. Tudo isso torna o Pelourinho o circuito mais diversificado e democrático da folia.
Carnaval da Cultura – Fundamentado nas matrizes que construíram a nossa história, expressadas através das danças e musicalidade dos blocos afro e dos afoxés, na alegria e no gingado do samba, na força e balanço do reggae, que integram o Carnaval Ouro Negro em 2020. Com a diversidade de gerações e de ritmos que ocupam os palcos do Carnaval do Pelô, e que ainda toma conta das ruas mantendo a tradição que une os foliões no Centro Histórico. Por meio destes projetos de grande participação comunitária e popular, o Carnaval da Cultura, que integra o Carnaval da Bahia, do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, dá continuidade às políticas de preservação e democratização na maior folia do mundo, que segue colorida, diversa e com o espírito folião que contagia todo baiano.
Carnaval da Cultura – Fundamentado nas matrizes que construíram a nossa história, expressadas através das danças e musicalidade dos blocos afro e dos afoxés, na alegria e no gingado do samba, na força e balanço do reggae, que integram o Carnaval Ouro Negro em 2020. Com a diversidade de gerações e de ritmos que ocupam os palcos do Carnaval do Pelô, e que ainda toma conta das ruas mantendo a tradição que une os foliões no Centro Histórico. Por meio destes projetos de grande participação comunitária e popular, o Carnaval da Cultura, que integra o Carnaval da Bahia, do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, dá continuidade às políticas de preservação e democratização na maior folia do mundo, que segue colorida, diversa e com o espírito folião que contagia todo baiano.
Repórter: Gabriela Fonseca