16/06/2020

Foto: José Spínola
“Olhares sobre as Igrejas” é tema de exposição virtual promovida pelo Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, que acontece de 18 a 28 de junho nas redes sociais da entidade cultural. As fotos são de autoria do Engenheiro e Fotógrafo José Spínola e vem acompanhadas de textos descritivos da professora e historiadora Maria Helena Flexor, que detalham origem, características e curiosidades dos templos religiosos.
O fotógrafo explica que as cerca de 30 fotos das igrejas foram capturadas no estilo panorâmico, vertical, com o objetivo de mostrar toda a igreja como se o espectador estivesse no seu interior. “As igrejas de Salvador representam o esplendor do estilo barroco no Brasil. O barroco se caracteriza pela amplificação das dimensões e o excesso de ornamentação. Nasceu para enaltecer Deus e emocionar as pessoas pela forma grandiosa. Alguém já disse: "quanto mais belo, mais se conquista pela fé"”, destaca.
As fotografias integram o livro “Te vejo em todos os olhares, te encontro em todos os lugares”, à disposição para venda na Amazon. Foram capturadas entre 2008 e 2010, começando com a Catedral Basílica e finalizando com São Pedro dos Clérigos e São Domingos. “A demora para fotografar as igrejas, com mais de 400 anos de Salvador, deveu-se ao fato de que muitas delas são cuidadas por famílias e só abrem aos domingos para a missa. Essa característica promove que a população, inclusive religiosos, desconheçam as suas igrejas”, esclarece Spínola.
O público visitante terá a oportunidade de conhecer detalhes de igrejas como a do Mosteiro da Graça, Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, Igreja da Santa Casa de Misericórdia, Mosteiro de São Bento, Igreja de Nossa Senhora de Escada, Igreja e Convento de Nossa Senhora Do Monte Serrat, Igreja do Convento de Nossa Senhora do Carmo, Igreja do Convento de São Francisco, além de conhecer a história de cada uma delas, a exemplo da sacristia da Catedral Basílica Primaz de Salvador. “Embora se date a sacristia dos finais do século XVII, na realidade, como aconteceu com todas as demais igrejas, essa dependência foi imposta pelo Concílio de Trento e só foi aplicada na Bahia a partir da vinda do 5º Arcebispo, D. Sebastião Monteiro da Vide, que promoveu, depois de visitar todas as igrejas construídas na Bahia, a publicação e o sínodo de aprovação das Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. Foi a partir daí que a sacristia da atual Catedral Basílica a recebeu, nos fundos do edifício da Igreja”, conforme descreve a historiadora Maria Helena Flexor.
O IGHB é uma das instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, apoio financeiro do Governo da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. Mais informações no site www.ighb.org.br
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico e culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias Estaduais de Cultura e da Fazenda da Bahia. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Cultural e Editais Setoriais.
O fotógrafo explica que as cerca de 30 fotos das igrejas foram capturadas no estilo panorâmico, vertical, com o objetivo de mostrar toda a igreja como se o espectador estivesse no seu interior. “As igrejas de Salvador representam o esplendor do estilo barroco no Brasil. O barroco se caracteriza pela amplificação das dimensões e o excesso de ornamentação. Nasceu para enaltecer Deus e emocionar as pessoas pela forma grandiosa. Alguém já disse: "quanto mais belo, mais se conquista pela fé"”, destaca.
As fotografias integram o livro “Te vejo em todos os olhares, te encontro em todos os lugares”, à disposição para venda na Amazon. Foram capturadas entre 2008 e 2010, começando com a Catedral Basílica e finalizando com São Pedro dos Clérigos e São Domingos. “A demora para fotografar as igrejas, com mais de 400 anos de Salvador, deveu-se ao fato de que muitas delas são cuidadas por famílias e só abrem aos domingos para a missa. Essa característica promove que a população, inclusive religiosos, desconheçam as suas igrejas”, esclarece Spínola.
O público visitante terá a oportunidade de conhecer detalhes de igrejas como a do Mosteiro da Graça, Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, Igreja da Santa Casa de Misericórdia, Mosteiro de São Bento, Igreja de Nossa Senhora de Escada, Igreja e Convento de Nossa Senhora Do Monte Serrat, Igreja do Convento de Nossa Senhora do Carmo, Igreja do Convento de São Francisco, além de conhecer a história de cada uma delas, a exemplo da sacristia da Catedral Basílica Primaz de Salvador. “Embora se date a sacristia dos finais do século XVII, na realidade, como aconteceu com todas as demais igrejas, essa dependência foi imposta pelo Concílio de Trento e só foi aplicada na Bahia a partir da vinda do 5º Arcebispo, D. Sebastião Monteiro da Vide, que promoveu, depois de visitar todas as igrejas construídas na Bahia, a publicação e o sínodo de aprovação das Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. Foi a partir daí que a sacristia da atual Catedral Basílica a recebeu, nos fundos do edifício da Igreja”, conforme descreve a historiadora Maria Helena Flexor.
O IGHB é uma das instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, apoio financeiro do Governo da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. Mais informações no site www.ighb.org.br
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico e culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias Estaduais de Cultura e da Fazenda da Bahia. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Cultural e Editais Setoriais.