#LeiAldirBlanc - Maestrina Adriana Portela ministra Oficina Percussiva para Povos de Terreiros

20/01/2021
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Foto: Samantha Scarlett

A Oficina Percussiva para Povos de Terreiros, com a maestrina Adriana Portela, primeira mulher a reger uma banda feminina de samba-reggae no Brasil a Didá Banda Feminina, estreia nesta quarta-feira (20). A oficina terá participação de convidados especiais, como Mário Pam (Ilê Aiyê), Ivanêa Costa (Corpo e Poesia) e Anativo Oliveira (Cia de Teatro Metamorfose), a partir das 7h, no canal do Youtube da Rebú Produções.

Com uma metodologia dinâmica, intercalando teoria e prática, as aulas têm o intuito de formar os participantes em música percussiva, tendo como público principal, as comunidades de terreiros de religião africana.  O roteiro foi elaborado pela própria Adriana em parceria com o coordenador pedagógico, Anativo Oliveira, ator, diretor e licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e ex- Bando Teatro Olodum.

Ao todo, serão oito aulas, divididas em duas fases: a primeira etapa, de 20 a 23/01 e a segunda, do dia 10 a 13/02, sempre a partir das 7h. Os vídeos ficam disponíveis durante todo o dia, sendo retirados do ar, diariamente, às 22h. Ao final do projeto, todas as aulas ficarão disponibilizadas no canal do Youtube.

Em cada aula serão abordados temas como: origem dos sons percussivos; como construir seu próprio instrumento de maneira sustentável; história e introdução ao Ijexá; Samba Reggae, entre outros assuntos e ritmos.  Ao final do projeto, serão gravados DVDs e distribuídos para alguns terreiros de Salvador, Região Metropolitana e Recôncavo Baiano. O projeto Oficina Percussiva Para Povos de Terreiros e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb - Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

O projeto conta ainda com o apoio da linha de acessórios étnicos Malikáfria (@malikafrica), do Acervo Cenográfico Boca de Cena, Maurício Martins (@mauricio_figurino),cenário e figurinos e GL Studio, com stúdio e gravações das aulas.