#LeiAldirBlanc - Série de diálogos aborda a cultura jurídica na Bahia no período pós-abolição

09/03/2021

dialogos


Baseado no projeto de mestrado em torno da história do Direito, que está em curso na Universidade de Brasília (UnB), Vitor Marques realiza uma série de diálogos com pesquisadoras/es do campo da História, Memória e Cultura Jurídica baiana através do seu perfil no Instagram.

 

O projeto “Cultura jurídica, relações raciais e políticas de memória na Bahia pós-abolição” ressalta a importância de visibilização da agência negra na Bahia durante o pós-abolição, esses encontros têm como objetivo ampliar o acesso e difusão de perspectivas de pesquisa de forma articulada com as disputas contemporâneas sobre o direito à história e à memória do nosso povo em nosso estado.

 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

O primeiro encontro acontecerá no dia 10 de março, onde abriremos a série conversando sobre Cultura Jurídica e Relações Raciais na Bahia pós-abolição com Maurício Azevedo. Maurício é professor dos cursos de Direito da Universidade Federal da Bahia e Universidade do Estado da Bahia, mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília (UnB) e integrante do Programa Direito e Relações Raciais (PDRR/UFBA).

 

Serviço:

 

O que: Cultura jurídica, relações raciais e políticas de memória na Bahia pós-abolição

 

Quando: 10, 17 e 24 de março às 20h

 

Onde: @vitor.marques.5

 

Programação

10/03 - Cultura Jurídica e Relações Raciais na Bahia pós-abolição

Convidado: Maurício Azevedo, professor dos cursos de Direito na Universidade Federal da Bahia e Universidade do Estado da Bahia

 

17/03 - Direito à História e Representação da Memória Negra. 

Convidada: Aline Najara Gonçalves, professora de História na UNEB 

 

24/03 - Pesquisa em arquivo e políticas de guarda na cena contemporânea. 

Convidada: Solenar Rodrigues, arquivista da Universidade Federal da Bahia