#LeiAldirBlanc – Coletivo de drags promove conteúdos antiproibicionistas

24/05/2021

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O Bateu Uma Onda Forte é um coletivo formado por Eva Sattiva,Mary Jane Beck e Towanda Verde Frita, três artistas drag queens da cidade de Salvador. O BUOF é reconhecido há pelo menos 02 anos pela sua singular capacidade de produzir informação a partir de uma experiência inovadora e criativa. Este é o único coletivo de drags que visa promover as agendas antiproibicionistas na cena cultural LGBT.

 

No perfil do Bateu Uma Onda Forte no Instagram (@bateu1ondaforte), desde o dia 29 de abril, foram divulgados nove vídeos especiais e inéditos, com conteúdo antiproibicionista, de cuidado e prevenção.

 

A atual política sobre drogas serve, em todo mundo, para a manutenção das ações genocidas contra o povo negro. A cultura proibicionista não promove a educação para um uso consciente das diferentes substâncias. E, além disso, utiliza da ideia de “combate às drogas” como justificativa para o encarceramento em massa.

 

Neste sentido, o Bateu Uma Onda Forte tem sido ponte para aproximar a comunidade LGBT das lutas por uma nova política sobre drogas. Acreditando na arte como uma grande ferramenta de engajamento e difusão de informações. A arte drag queen é uma manifestação da cultura identitária LGBT e um dos motores da vida noturna fervida soteropolitana e mundial. O coletivo utiliza dela aqui no sentido do fortalecimento do cuidado e afeto da nossa comunidade.

 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

Programa Aldir Blanc Bahia - Criado para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, o Programa Aldir Blanc Bahia (PABB) visa cumprir os incisos I e III da Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017, de 29 de junho de 2020) e suas regulamentações federal e estadual. As ações são: a transferência da renda emergencial para os trabalhadores e trabalhadoras da cultura, e a realização de chamadas públicas e concessão de prêmios. O PABB tem execução pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, geridas por meio da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias; e as suas unidades vinculadas: Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural