O encenador e dramaturgo Edvard Passos participa da mesa redonda “A Teatralidade em Castro Alves”, no próximo dia oito (quinta-feira), às 17h, (https://www.youtube.com/
O debate faz parte da programação do Curso Castro Alves, realizado pela Academia de Letras da Bahia até o dia nove de julho, com aulas em formato digital. Cinco mesas redondas serão realizadas ao vivo, assim como palestras e conferências sobre a obra de Castro Alves, mas também sobre temas, autores e obras da literatura baiana. O curso é gratuito e aberto a todos. Para inscrever-se, basta acessar cada live, no horário informado, acompanhar o evento e registrar-se no link da lista de presença. O certificado será fornecido por e-mail.
A Academia de Letras da Bahia é uma das instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).
Castro Alves: Teatro e Performance - Edvard Passos vai apresentar no debate um Castro Alves pouco conhecido : ativista, artista cênico e performer. Mostrará um texto final para a peça de teatro inacabada de Castro Alves, “A Prole dos Saturnos”, encenada em Portugal, no Teatro Castro Alves de Salvador, na Academia Brasileira de Letras do Rio de Janeiro e na Fligê – Feira Literária de Mucugê. Foi quando realizava sua residência artística no norte de Portugal, que Edvard Passos encontrou num texto de Jorge Amado a inspiração para concluir a peça que Castro Alves não teve a chance de terminar. Em meia hora de explanação, ele também fará o relato de uma aventura de três meses na Europa em busca de uma atriz portuguesa para interpretar o papel da Condessa Ema, escrito por Castro Alves para sua musa, a atriz portuguesa Eugênia Câmara. Tudo isso é conteúdo do livro “Castro Alves: Teatro e Performance”, publicado em 2018 pela EDUFBA.
O curso Castro Alves é coordenado pelo escritor Aleilton Fonseca, e tem parceria com o Proge/UEFS e o Projeto CLIC/UNEB, além do apoio do Fundo de Cultura/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico e culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias Estaduais de Cultura e da Fazenda da Bahia. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Cultural e Editais Setoriais.