24/08/2021

Gravado em Salvador, o álbum visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”, do cantor, compositor e guitarrista André Dias, será lançado nesta quinta-feira (26). O material divide-se em Álbum Visual e Disco lançado em todas as plataformas digitais e contém músicas que trazem um contraponto ao retratar o protagonismo de um homem negro, preso a estereótipos racistas e machistas.
A direção, filmagem e finalização é de Glauco Neves, com produção executiva assinada por Heverton, still por Josué Dias e direção artística de Thiago Dias. A produção musical é de André T e traz as participações de Antenor Cardoso, Cadinho Almeida, Morotó Slim, entre outros artistas.
O ponto de partida para o conceito do projeto foi o próprio nome do disco: “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”. Surgiu a ideia de contar a história de que, para se alcançar a beleza – o artista entende a beleza como calmaria e bons momentos –, é preciso trilhar um caminho que perpassa pela tristeza.
"Com a ajuda dos meus irmãos, Thiago Dias (que assina a direção de arte) e Josué Dias (responsável pelo still), buscamos referências para dar sustento ao argumento. Depois disso, ficou muito fácil escrever o roteiro. Em seguida, Glauco lapidou tudo com os conceitos e macetes que só um filmmaker pode oferecer", explica.
Realizar todo o trabalho durante a pandemia exigiu de André, acima de tudo, paciência. Ele e equipe enfrentaram um período de incertezas, devido às restrições de acesso e decreto aplicados pela Prefeitura. Uma das locações foi alterada de última hora por causa disso
O roteiro do álbum visual foi escrito pelo próprio André, que se viu em meio a um desafio ao tirar as ideias do papel e colocá-las em prática no meio de uma pandemia. Seguindo os protocolos de segurança e distanciamento, as gravações foram realizadas em quatro dias, entre a Praia da Penha, na Ribeira, as Dunas de Stella Maris, o Dique do Tororó e, por fim, o Teatro Sesi, no Rio Vermelho.
“É preciso dizer que senti na pele as decisões do roteirista. Duas locações apresentaram alguns desafios físicos para mim, na hora de rodar e as frases mais recorrentes na equipe eram: “Você que escreveu isso” ou “Tudo em nome da arte”. Da próxima vez, pensarei em um roteiro no qual eu não “sofra” tanto. rs Na praia, o grande desafio foi ter que entrar na água gelada às 5h da manhã e fazer inúmeros takes nadando, mergulhando. Passamos mais seis horas gravando”, conta o músico.
O diretor artístico e figurinista do projeto, Thiago Dias, conta que tudo ocorreu de forma bem orgânica, já que acompanha a trajetória de carreira de André desde o começo e a confecção de seu primeiro álbum solo. Ele conseguiu traduzir visualmente a essência que permeia o álbum, através de objetos, cores, entre outros elementos.
“Um traço marcante do projeto são os seus figurinos, com seus formatos e cores que se destacam nos ambientes escolhidos. Cada um deles foi idealizado e projetado almejando a fluidez e movimentação das roupas, sendo eles idealizados por mim e confeccionados pela brilhante costureira Rita Ferreira”, explica Thiago.
No futuro, André tem como objetivo expandir e consolidar sua veia de compositor. “Escrevo desde os 14 anos e tenho músicas de todo o tipo e ritmos. Então, espero que o desenrolar do meu trabalho seja cada vez mais plural musicalmente”, finaliza.
O Álbum Visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas” tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
A direção, filmagem e finalização é de Glauco Neves, com produção executiva assinada por Heverton, still por Josué Dias e direção artística de Thiago Dias. A produção musical é de André T e traz as participações de Antenor Cardoso, Cadinho Almeida, Morotó Slim, entre outros artistas.
O ponto de partida para o conceito do projeto foi o próprio nome do disco: “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”. Surgiu a ideia de contar a história de que, para se alcançar a beleza – o artista entende a beleza como calmaria e bons momentos –, é preciso trilhar um caminho que perpassa pela tristeza.
"Com a ajuda dos meus irmãos, Thiago Dias (que assina a direção de arte) e Josué Dias (responsável pelo still), buscamos referências para dar sustento ao argumento. Depois disso, ficou muito fácil escrever o roteiro. Em seguida, Glauco lapidou tudo com os conceitos e macetes que só um filmmaker pode oferecer", explica.
Realizar todo o trabalho durante a pandemia exigiu de André, acima de tudo, paciência. Ele e equipe enfrentaram um período de incertezas, devido às restrições de acesso e decreto aplicados pela Prefeitura. Uma das locações foi alterada de última hora por causa disso
O roteiro do álbum visual foi escrito pelo próprio André, que se viu em meio a um desafio ao tirar as ideias do papel e colocá-las em prática no meio de uma pandemia. Seguindo os protocolos de segurança e distanciamento, as gravações foram realizadas em quatro dias, entre a Praia da Penha, na Ribeira, as Dunas de Stella Maris, o Dique do Tororó e, por fim, o Teatro Sesi, no Rio Vermelho.
“É preciso dizer que senti na pele as decisões do roteirista. Duas locações apresentaram alguns desafios físicos para mim, na hora de rodar e as frases mais recorrentes na equipe eram: “Você que escreveu isso” ou “Tudo em nome da arte”. Da próxima vez, pensarei em um roteiro no qual eu não “sofra” tanto. rs Na praia, o grande desafio foi ter que entrar na água gelada às 5h da manhã e fazer inúmeros takes nadando, mergulhando. Passamos mais seis horas gravando”, conta o músico.
O diretor artístico e figurinista do projeto, Thiago Dias, conta que tudo ocorreu de forma bem orgânica, já que acompanha a trajetória de carreira de André desde o começo e a confecção de seu primeiro álbum solo. Ele conseguiu traduzir visualmente a essência que permeia o álbum, através de objetos, cores, entre outros elementos.
“Um traço marcante do projeto são os seus figurinos, com seus formatos e cores que se destacam nos ambientes escolhidos. Cada um deles foi idealizado e projetado almejando a fluidez e movimentação das roupas, sendo eles idealizados por mim e confeccionados pela brilhante costureira Rita Ferreira”, explica Thiago.
No futuro, André tem como objetivo expandir e consolidar sua veia de compositor. “Escrevo desde os 14 anos e tenho músicas de todo o tipo e ritmos. Então, espero que o desenrolar do meu trabalho seja cada vez mais plural musicalmente”, finaliza.
O Álbum Visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas” tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
Serviço:
Data de Lançamento: 26 de agosto de 2021 às 12:00h
Onde: Canal do YouTube de André Dias: https://www.youtube.com/channel/UCnjFQ0wujZ04TxV3klMEBQg
Spotify: https://open.spotify.com/album/1EGr13R0UwDje7S1NRbjYE?si=X8U1GTbuTFiBixsAQt12Eg&dl_branch=1
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/218176452