19/02/2023

Foto:Ulisses Dumas
O domingo de carnaval no Largo do Pelourinho começou com a animação do pop de Gabi Lins. A cantora e compositora soteropolitana, de 24 anos, subiu ao palco e mostrou que tem espaço para todos os ritmos no Carnaval do Pelô. Gabi agitou o público com músicas autorais, do seu primeiro EP “Ultrarromântica”, lançado em 2021, além de cantar clássicos do Carnaval gravados por artistas como Caetano Veloso, Gal Costa, Ivete Sangalo e Sérgio Sampaio.
Foliã do Carnaval do Pelô desde a adolescência, essa é a primeira vez que ela se apresenta na festa. “Sou apaixonada pelo carnaval de Salvador, mas o Pelô tem uma energia única, frequento este lugar desde os 14 anos e hoje espero me divertir muito e levar essa diversão para toda galera que veio me assistir”, celebra Gabi.
Formada em administração, Gabi teve a música presente em sua vida desde muito cedo, mas foi durante a pandemia da COVID-19 que a cantora mergulhou nesse mundo e desde então vem compondo canções. No final de 2022, a artista lançou o single “Alguém que Saiba Me Amar” e garante que o carnaval de 2023 é o start para os próximos lançamentos.
“O plano pra esse ano é fazer show e me divertir muito com a música nos estúdios da vida. Estou criando sempre e já tenho algumas coisinhas aí na manga que ainda não posso revelar, mas garanto que o Carnaval é o início de muita novidade em 2023”, declara a cantora.
Largos - Quem escolheu curtir o domingo de carnaval no Pelourinho também conferiu os shows da Orquestra Fred Dantas e da cantora Nara Couto, ambos no Largo Pedro Archanjo. A Orquestra Fred Dantas reuniu 18 músicos no palco para embalar o público com marchinhas de carnaval. Na sequência, foi a vez da cantora, atriz e bailarina Nara Couto. A intérprete de “Linda e Preta” animou o público com os sucessos do seu álbum "Retinta", que mistura a ancestralidade baiana com uma linguagem pop, além de brincar com outros ritmos como o arrocha.
Natural de Salvador, Nara começou sua carreira no bairro do Curuzu, com o bloco afro Ilê Aiyê e também atuou como bailarina no Balé Folclórico da Bahia. “A dança sempre esteve presente na minha vida e o repertório de hoje convida as pessoas para esse lugar do movimento e da diversão. Depois de dois anos sem carnaval, o povo quer dançar e esse retorno é muito potente, porque a gente sente essa vibração de estarmos juntos, principalmente nos palcos do Pelourinho que nos proporcionam essa ligação direta com o público”, declara Nara.