Pragas Quarentenárias na Fruticultura da Bahia foi o tema do Diálogos de Ater desta quinta-feira (30). O evento, que contou com a participação de Suely Brito, fiscal estadual Agropecuária da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (ADAB), teve transmissão ao vivo, pelo canal SDRBahia, da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), no Youtube.
De acordo com Ana Cristina Souza, coordenadora técnica da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater/SDR), as pragas quarentenárias são os maiores desafios na implementação da fruticultura baiana e brasileira: “Daí a importância desse Diálogos de Ater, de alertar aos agricultores e agricultoras, aos técnicos e técnicas de assistência técnica e extensão rural (Ater) e à população em geral, que essas pragas são dispersas por meio do fluxo de transportes indevidos de material vegetativo, pegando e levando partes de plantas de uma região para outra, ou aves, pelos de animais, nas máquinas e implementos agrícolas, transportando doenças, que resultam em grandes prejuízos”.
Suely Brito, que também é engenheira agrônoma e trabalha com defesa fitossanitária, explicou que a defesa fitossanitária é uma política pública aplicada a diversos segmentos da produção agrícola, com o objetivo de manter a saúde dos vegetais e a qualidade dos produtos que chegam à mesa dos consumidores. Ela salientou que nas lavouras existem a ocorrência de pragas, que são organismos capazes de causar danos à lavoura: “São fungos, bactérias, vírus, nematoides, insetos e até plantas invasoras, que podem desestabilizar o processo produtivo”. Ela observou que essas pragas não respeitam cercas ou limites geográficos, dispersando-se com muita velocidade atingindo a todos que produzem.
Para rever ou conferir o conteúdo desse e de outros encontros, os interessados podem acessar o canal SDRBahia, no Youtube.
Diálogos de Ater
A iniciativa é da SDR, por meio da Bahiater e da Coordenação de Pesquisa, Inovação e Extensão Tecnológica (Cepex). Os encontros acontecem às quintas-feiras, a partir das 16h, voltados para agentes de assistência técnica e extensão rural (Ater), agricultores e agricultoras familiares, organizações e movimentos sociais, terceiro setor, setores públicos municipais e estaduais, estudantes e todos aqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre a realidade rural e a agricultura familiar da Bahia.