A estratégia Parceria Mais Forte, Juntos para Alimentar a Bahia, da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), foi apresentada, nesta sexta-feira-feira (11) a representantes de instituições públicas e de organizações sociais do Território de Identidade Sudoeste Baiano, no município de Vitória da Conquista.
O evento contou com a participação de dirigentes da SDR e foi realizado em parceria com o Consórcio Intermunicipal do Vale do Rio Gavião (Civalerg), composto por 20 municípios, incluindo Vitória da Conquista, que aderiu ao Consórcio durante a atividade.
O titular da SDR afirmou que um dos pontos fortes do Governo do Estado é a parceria com os municípios, em todas as regiões da Bahia. “Quando unimos os poderes estadual e municipal, em escala regional, as ações são potencializadas. A estratégia Parceria Mais Forte ilustra muito bem esse conceito. As prefeituras se integram ao trabalho que vem sendo desenvolvido”.
Parceria Mais Forte, Juntos para Alimentar a Bahia, é uma estratégia da SDR que visa a integração das ações do Governo do Estado, com prefeituras municipais, Consórcios Públicos Intermunicipais e demais parceiros do poder público e de organizações que representam ou atuam no segmento da agricultura familiar.
O objetivo da estratégia é fortalecer os sistemas produtivos da agricultura familiar, com investimentos do Governo do Estado, em ações como a do serviço de assistência técnica e extensão rural (Ater), regularização fundiária, distribuição de insumos, infraestrutura, agroindustrialização, apoio à logística e ao acesso ao mercado e registro no Selo de Identificação de Produtos da Agricultura Familiar (SIPAF), dentre outras.
Somente pelo projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR), foram investidos R$39 milhões na agricultura familiar dos municípios ligados à Civalerg.
O resultado é o aumento da produção e produtividade de alimentos saudáveis e de qualidade, com valor agregado e, consequentemente, a ampliação da geração de trabalho e renda e a melhoria das condições de vida de agricultores e agricultoras familiares, povos e comunidades tradicionais, além de mais recursos circulando na economia dos municípios.