A parceria na elaboração de ações que promovam o desenvolvimento socioeconômico e cultural sustentável para a população negra e povos e comunidades tradicionais foi pauta das Secretarias de Desenvolvimento Rural (SDR) e Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (SEPROMI).
Os secretários Osni Cardoso e Ângela Guimarães se reuniram para discutir ações de sustentabilidade socioeconômicas e produtivas, visando parcerias que atuem no combate à fome e redução das desigualdades da população negra e de povos e comunidades tradicionais em situação de vulnerabilidade.
Inclusão sócio-produtiva aliada a uma política de formação sobre Racismo e Intolerância Religiosa foi apresentada como uma estratégia vital na busca pela geração de trabalho decente e renda digna, entendendo os princípios da economia solidária como um mecanismo de articulação de redes, formadas por diferentes atores sociais e com grande capacidade de promover ações alinhadas ao combate ao racismo institucional nas políticas públicas e gestão social.
“Essa agenda de hoje renova o compromisso das novas gestões com a valorização dos negros, povos e comunidades tradicionais. Debatemos estratégias como produção agroecológica e acesso à tecnologias sustentáveis, além de capacitação para acesso de recursos financeiros e empoderamento econômico”, explicou o secretário da SDR.
Os povos e comunidades tradicionais na Bahia são compostos por quilombolas, indígenas, pescadores, fundo e fecho de pasto, povos de terreiro, ciganos e geraizeiros.