17/04/2015
A rigorosa apuração feita pela Secretaria da Segurança Pública, utilizando todos os equipamentos tecnológicos possíveis na parte de investigação, inteligência policial e perícia, permitiu o detalhamento dos fatos em torno da morte do jovem Geovane Mascarenhas de Santana, 22 anos, ocorrida em agosto do ano passado.
O reconhecimento público do trabalho da polícia foi externado em coletiva para a imprensa realizada na tarde desta sexta-feira (17), na sala de sessões do Ministério Público Estadual (MPE), pela promotora Isabel Adelaide, responsável pelo caso, nas presenças do secretário Maurício Barbosa, do comandante-geral da PM Anselmo Brandão e do delegado-geral Bernadino Brito.
O GPS nas viaturas e a coleta de dados (imagens de câmeras e depoimentos de testemunhas), a cargo do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), embasaram o MPE na formulação da denúncia contra 11 policiais militares, lotados na Rondesp/Baía de Todos os Santos, pelos crimes de sequestro, homicídio e roubo. Seis deles responderão também por ocultação de cadáver.
"Colocamos toda a nossa estrutura na investigação, com o objetivo de apurarmos todas as nuances desse caso. Estamos aqui para defender os bons policiais e punir aqueles que agem fora da lei", enfatizou o secretário Maurício Barbosa. A promotora Isabel Adelaide declarou que informações secundárias não poderiam ser transmitidas para a mídia, "pois a legislação exige sigilo". Garantiu, entretanto, que "todos os esforços foram feitos para que as circunstâncias da morte de Geovane ficassem esclarecidas".
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão, anunciou que os 11 PMs responderão a Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e que todas as medidas cabíveis serão tomadas em âmbito interno.
O reconhecimento público do trabalho da polícia foi externado em coletiva para a imprensa realizada na tarde desta sexta-feira (17), na sala de sessões do Ministério Público Estadual (MPE), pela promotora Isabel Adelaide, responsável pelo caso, nas presenças do secretário Maurício Barbosa, do comandante-geral da PM Anselmo Brandão e do delegado-geral Bernadino Brito.
O GPS nas viaturas e a coleta de dados (imagens de câmeras e depoimentos de testemunhas), a cargo do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), embasaram o MPE na formulação da denúncia contra 11 policiais militares, lotados na Rondesp/Baía de Todos os Santos, pelos crimes de sequestro, homicídio e roubo. Seis deles responderão também por ocultação de cadáver.
"Colocamos toda a nossa estrutura na investigação, com o objetivo de apurarmos todas as nuances desse caso. Estamos aqui para defender os bons policiais e punir aqueles que agem fora da lei", enfatizou o secretário Maurício Barbosa. A promotora Isabel Adelaide declarou que informações secundárias não poderiam ser transmitidas para a mídia, "pois a legislação exige sigilo". Garantiu, entretanto, que "todos os esforços foram feitos para que as circunstâncias da morte de Geovane ficassem esclarecidas".
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão, anunciou que os 11 PMs responderão a Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e que todas as medidas cabíveis serão tomadas em âmbito interno.