07/05/2015
Lançada em março deste ano, a Ronda Maria da Penha – serviço da Polícia Militar que acompanha mulheres vítimas de violência sob medida protetiva – completa dois meses nesta sexta-feira (8) e já apresenta resultados positivos. Cinco agressores foram presos, acusados de ameaçar, agredir ou desrespeitar decisões judiciais que determinam a manutenção de distância mínima das vítimas.
A última prisão ocorreu no dia 4 de maio, em Plataforma, quando uma das mulheres atendidas pela ronda,diantedas constantes ameaças de agressão do companheiro, José Raimundo Maciel dos Santos, 55 anos, com quem tem uma filha adolescente,acionou o serviço.
Denunciado seis vezes à Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher, com sede em Periperi, Maciel finalmente foi preso em flagrante na noite da última segunda-feira, por policiais da Ronda Maria da Penha.
Nesta fase inicial, apenas mulheres que possuem medidas protetivas moradoras na região do subúrbio ferroviário são atendidas pelo projeto piloto. A área foi escolhida por ser a com maior número de casos de violência doméstica.
Em dois meses, 112 mulheres receberam a visita dos policiais da ronda, profissionais que passaram por capacitação específica para atuar em casos de agressão feminina. Além do trabalho de acompanhamento dos casos, eles também atendem aos chamados emergenciais e realizam blitze pelas ruas do subúrbio.
Para a comandante da Ronda Maria da Penha, capitã PM Ana Paula Queirós, o projeto já ganhou credibilidade nos bairros onde foi implantado. "Isso pode ser percebido por meio da reação das pessoas quando a viatura da ronda chega. A própria vizinhança, já acostumada a acompanhar casos de agressão e de denúncia, se diz surpresa e confiante com a atuação de um grupo específico para defender os interesses de vítimas de violência doméstica", afirmou.
Fruto de uma parceria entre as secretarias da Segurança Pública (SSP) e de Política Para as Mulheres (SPM), o Ministério Público (MP), o Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública, a Ronda Maria da Penha deve chegar a outras regiões da cidade e até o interior do estado.
A última prisão ocorreu no dia 4 de maio, em Plataforma, quando uma das mulheres atendidas pela ronda,diantedas constantes ameaças de agressão do companheiro, José Raimundo Maciel dos Santos, 55 anos, com quem tem uma filha adolescente,acionou o serviço.
Denunciado seis vezes à Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher, com sede em Periperi, Maciel finalmente foi preso em flagrante na noite da última segunda-feira, por policiais da Ronda Maria da Penha.
Nesta fase inicial, apenas mulheres que possuem medidas protetivas moradoras na região do subúrbio ferroviário são atendidas pelo projeto piloto. A área foi escolhida por ser a com maior número de casos de violência doméstica.
Em dois meses, 112 mulheres receberam a visita dos policiais da ronda, profissionais que passaram por capacitação específica para atuar em casos de agressão feminina. Além do trabalho de acompanhamento dos casos, eles também atendem aos chamados emergenciais e realizam blitze pelas ruas do subúrbio.
Para a comandante da Ronda Maria da Penha, capitã PM Ana Paula Queirós, o projeto já ganhou credibilidade nos bairros onde foi implantado. "Isso pode ser percebido por meio da reação das pessoas quando a viatura da ronda chega. A própria vizinhança, já acostumada a acompanhar casos de agressão e de denúncia, se diz surpresa e confiante com a atuação de um grupo específico para defender os interesses de vítimas de violência doméstica", afirmou.
Fruto de uma parceria entre as secretarias da Segurança Pública (SSP) e de Política Para as Mulheres (SPM), o Ministério Público (MP), o Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública, a Ronda Maria da Penha deve chegar a outras regiões da cidade e até o interior do estado.