27/05/2015
O abuso sexual é um crime em que muitas das vítimas optam por não denunciar ou procurar ajuda com medo de se expor. Essa omissão pode causar sérios problemas de saúde e psicológicos para quem sofreu o abuso. Por isso, atualmente, o Serviço de Atenção a Pessoas em Situação de Violência Sexual (Viver), vinculado à Secretaria da Segurança Pública (SSP), dispõe de equipe multidisciplinar com 23 profissionais, para atender aos casos que em mais de 70% das situações envolvem crianças.
Funcionando no edifício-sede do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, na Avenida Centenário, localizado nos Barris, o serviço é prestado, de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas. Num espaço especial, com brinquedos, as crianças têm ajuda para se expressarem.
A coordenadora do Viver, Dayse Moura, explica que o abuso sexual pode não deixar marcas e, muitas vezes, se caracteriza pela intenção de um toque. Tipificado como crime, o abuso atinge diretamente também a família da vítima.
"Todas as pessoas (vítimas e familiares) podem ser atendidas aqui. No projeto, as pessoas são, inicialmente, recepcionadas pelo serviço social, para diagnóstico das suas necessidades e depois encaminhadas ao psicólogo, setor jurídico e serviço médico, para administração de medicamentos contra HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de contraceptivos para prevenir a gravidez indesejada", detalhou Dayse Moura.
A psicóloga Catiana Moura informou que aproximadamente 400 pessoas recebem acompanhamento psicológico. "Atendemos todo o público (crianças, adolescentes, meninos, meninas, adultos), vítima dessa violência que vêm aqui, uma vez por semana, fazer psicoterapia. A reação de cada uma varia: há gente que tem possibilidade de um enfrentamento maior e outras pessoas vivem esse sofrimento por anos. No tratamento psicológico, procuramos acolher as pessoas para que não sejam números apenas", ressaltou.
Cerca de 350 processos judiciais também são acompanhados no Serviço Viver. A advogada Carolina Meneses há três anos faz o acompanhamento dos casos. "São pessoas que, na maioria, têm grande vulnerabilidade social, sem acesso à assistência jurídica nem à informação. Então elas recorrem a nós e aqui fazemos o acompanhamento dos processos de responsabilização dos agressores, desde a fase policial, nas delegacias, até a finalização do julgamento".
Funcionando no edifício-sede do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, na Avenida Centenário, localizado nos Barris, o serviço é prestado, de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas. Num espaço especial, com brinquedos, as crianças têm ajuda para se expressarem.
A coordenadora do Viver, Dayse Moura, explica que o abuso sexual pode não deixar marcas e, muitas vezes, se caracteriza pela intenção de um toque. Tipificado como crime, o abuso atinge diretamente também a família da vítima.
"Todas as pessoas (vítimas e familiares) podem ser atendidas aqui. No projeto, as pessoas são, inicialmente, recepcionadas pelo serviço social, para diagnóstico das suas necessidades e depois encaminhadas ao psicólogo, setor jurídico e serviço médico, para administração de medicamentos contra HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de contraceptivos para prevenir a gravidez indesejada", detalhou Dayse Moura.
A psicóloga Catiana Moura informou que aproximadamente 400 pessoas recebem acompanhamento psicológico. "Atendemos todo o público (crianças, adolescentes, meninos, meninas, adultos), vítima dessa violência que vêm aqui, uma vez por semana, fazer psicoterapia. A reação de cada uma varia: há gente que tem possibilidade de um enfrentamento maior e outras pessoas vivem esse sofrimento por anos. No tratamento psicológico, procuramos acolher as pessoas para que não sejam números apenas", ressaltou.
Cerca de 350 processos judiciais também são acompanhados no Serviço Viver. A advogada Carolina Meneses há três anos faz o acompanhamento dos casos. "São pessoas que, na maioria, têm grande vulnerabilidade social, sem acesso à assistência jurídica nem à informação. Então elas recorrem a nós e aqui fazemos o acompanhamento dos processos de responsabilização dos agressores, desde a fase policial, nas delegacias, até a finalização do julgamento".