26/06/2015
"As blitze não têm hora, dia ou local definido para acontecer, mas são um dos principais mecanismos preventivos para garantir a segurança dos cidadãos", afirmou o porta-voz da PM, capitão Bruno Ramos, ao lembrar que a Polícia Militar realiza este tipo de abordagem, diariamente, em Salvador e na Região Metropolitana.
Ressaltou que, durante as abordagens, são fiscalizados todos os tipos de veículos: carros de passeio, utilitários, motocicletas, táxis e ônibus. "Também verificamos se o veículo e os equipamentos obrigatórios [extintor, estepe, faróis, triângulo sinalizador, macaco hidráulico, etc] estão em dia", acrescentou, ao se referir à blitz realizada na manhã desta sexta-feira (26), por integrantes do Esquadrão Águia, na Avenida Luís Eduardo Magalhães, na capital.
Somente em 2014, a PM abordou cerca de 39 mil taxistas, bem como os usuários deste tipo de transporte. De acordo com o capitão Bruno, até maio deste ano, quase 17 mil táxis foram fiscalizados pelas blitzes. "Primamos pela segurança das pessoas que estão usufruindo das vias", declarou, observando que a Polícia Militar atua para coibir tráfico de drogas, porte ilegal de armas e pessoas nocivas à sociedade.
Garantiu ainda que a emissão e fiscalização da licença (alvará de taxista), que autoriza o desempenho da atividade, é de responsabilidade dos municípios. "Sempre que necessário e o município solicitar, a Polícia Militar apoiará as ações de fiscalização".
Taxista há quase 30 anos, Antônio Ferreira assegura que se sente mais seguro quando está transportando um passageiro e se depara com uma blitz. "Está certo. Toda hora tem que ter blitz. Realmente, deve parar o taxista quando estiver com passageiro". No momento em que foi abordado na Avenida Luis Eduardo Magalhães, Ferreira estava transportando o funcionário público José Castro, que, a exemplo do taxista, desceu do carro e seguiu todas as orientações policiais.
"Isto é para resguardar a nós, cidadãos. O que eles estão fazendo merece todo o respeito e apoio da população. Louvo a ação da polícia. Um pessoal muito bem instruído e educado. Não me importo de perder cinco, dez, 15 ou 20 minutos. Ganha-se na verdade. Os policiais estão de parabéns", disse o servidor.
Segurança
Moradora do bairro da Vila Laura, a estudante de Enfermagem Fernanda Novais também foi abordada na blitz e, como estava com toda a documentação e equipamentos obrigatórios em dia, foi liberada. "As pessoas precisam tomar consciência de que não devem beber e dirigir e que precisam usar o cinto de segurança e estar em dia com os apetrechos de segurança para evitar acidentes".
Para o motociclista Naílton Brito, residente no Uruguai, as abordagens policiais no trânsito proporcionam mais segurança aos condutores. "A gente tem alguém sempre ao nosso lado, combatendo os criminosos. É preciso ter paciência, pois os policiais estão fazendo o trabalho deles, que é o de proteção da sociedade". Os veículos e condutores fora do que prevê a legislação são submetidos a medidas administrativas, como a detenção do motorista ou passageiro, a apreensão do veículo e multa.
Ressaltou que, durante as abordagens, são fiscalizados todos os tipos de veículos: carros de passeio, utilitários, motocicletas, táxis e ônibus. "Também verificamos se o veículo e os equipamentos obrigatórios [extintor, estepe, faróis, triângulo sinalizador, macaco hidráulico, etc] estão em dia", acrescentou, ao se referir à blitz realizada na manhã desta sexta-feira (26), por integrantes do Esquadrão Águia, na Avenida Luís Eduardo Magalhães, na capital.
Somente em 2014, a PM abordou cerca de 39 mil taxistas, bem como os usuários deste tipo de transporte. De acordo com o capitão Bruno, até maio deste ano, quase 17 mil táxis foram fiscalizados pelas blitzes. "Primamos pela segurança das pessoas que estão usufruindo das vias", declarou, observando que a Polícia Militar atua para coibir tráfico de drogas, porte ilegal de armas e pessoas nocivas à sociedade.
Garantiu ainda que a emissão e fiscalização da licença (alvará de taxista), que autoriza o desempenho da atividade, é de responsabilidade dos municípios. "Sempre que necessário e o município solicitar, a Polícia Militar apoiará as ações de fiscalização".
Taxista há quase 30 anos, Antônio Ferreira assegura que se sente mais seguro quando está transportando um passageiro e se depara com uma blitz. "Está certo. Toda hora tem que ter blitz. Realmente, deve parar o taxista quando estiver com passageiro". No momento em que foi abordado na Avenida Luis Eduardo Magalhães, Ferreira estava transportando o funcionário público José Castro, que, a exemplo do taxista, desceu do carro e seguiu todas as orientações policiais.
"Isto é para resguardar a nós, cidadãos. O que eles estão fazendo merece todo o respeito e apoio da população. Louvo a ação da polícia. Um pessoal muito bem instruído e educado. Não me importo de perder cinco, dez, 15 ou 20 minutos. Ganha-se na verdade. Os policiais estão de parabéns", disse o servidor.
Segurança
Moradora do bairro da Vila Laura, a estudante de Enfermagem Fernanda Novais também foi abordada na blitz e, como estava com toda a documentação e equipamentos obrigatórios em dia, foi liberada. "As pessoas precisam tomar consciência de que não devem beber e dirigir e que precisam usar o cinto de segurança e estar em dia com os apetrechos de segurança para evitar acidentes".
Para o motociclista Naílton Brito, residente no Uruguai, as abordagens policiais no trânsito proporcionam mais segurança aos condutores. "A gente tem alguém sempre ao nosso lado, combatendo os criminosos. É preciso ter paciência, pois os policiais estão fazendo o trabalho deles, que é o de proteção da sociedade". Os veículos e condutores fora do que prevê a legislação são submetidos a medidas administrativas, como a detenção do motorista ou passageiro, a apreensão do veículo e multa.