17/03/2016
Policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) participaram, neste mês, de eventos preparatórios para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos 2016. O comandante da Companhia Antibombas do Bope, capitão PM Érico de Carvalho, fez um estágio de descontaminação de população em massa, que objetivou treinar as capacidades brasileiras na área de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN).
A capacitação, que ocorreu entre nos dias 7 e 11, na Escola de Instrução Especializada do Exército Brasileiro (Este), no Rio de Janeiro, foi resultado de uma parceria do Ministério da Defesa, por meio do Exército Brasileiro, com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, responsável por ministrar aulas teóricas e as simulações práticas.
Capitão Érico, que já participou de instrução nos EUA sobre armas de destruição de massa, avaliou como “enriquecedora” a experiência do estágio que envolveu diversos órgãos de defesa social do Brasil. “Na simulação, que durou duas horas, identificamos o agente químico liberado por um drone e adotamos os procedimentos necessários para a descontaminação. O diferencial foi aprender a doutrina americana, que tem know how em lidar com agentes químicos”.
Quem esteve em Goiânia, no período de 7 a 9 deste mês, foi o capitão Luiz Henrique, da Coordenação de Planejamento Operacional do Bope. Ele participou da primeira reunião de planejamento para a simulação de ocorrências que necessitem da intervenção na área de Operações Especiais, prevista para ocorrer em abril.
Como chefe da equipe tática do exercício interagências em 2014, ele garante que o intercâmbio de doutrinas e a interação com tropas de Operações Especiais que atuam no Brasil “somaram bastante”. Protocolos de enfrentamento ao terrorismo, planejamento e simulações serão o foco nesta preparação para os Jogos Olímpicos 2016", afirmou. O encontro reuniu representantes das Forças Especiais da Marinha, Exército e Aeronáutica, além das tropas de Operações Especiais dos Órgãos de Segurança Pública dos estados das cidades-sede.
A capacitação, que ocorreu entre nos dias 7 e 11, na Escola de Instrução Especializada do Exército Brasileiro (Este), no Rio de Janeiro, foi resultado de uma parceria do Ministério da Defesa, por meio do Exército Brasileiro, com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, responsável por ministrar aulas teóricas e as simulações práticas.
Capitão Érico, que já participou de instrução nos EUA sobre armas de destruição de massa, avaliou como “enriquecedora” a experiência do estágio que envolveu diversos órgãos de defesa social do Brasil. “Na simulação, que durou duas horas, identificamos o agente químico liberado por um drone e adotamos os procedimentos necessários para a descontaminação. O diferencial foi aprender a doutrina americana, que tem know how em lidar com agentes químicos”.
Quem esteve em Goiânia, no período de 7 a 9 deste mês, foi o capitão Luiz Henrique, da Coordenação de Planejamento Operacional do Bope. Ele participou da primeira reunião de planejamento para a simulação de ocorrências que necessitem da intervenção na área de Operações Especiais, prevista para ocorrer em abril.
Como chefe da equipe tática do exercício interagências em 2014, ele garante que o intercâmbio de doutrinas e a interação com tropas de Operações Especiais que atuam no Brasil “somaram bastante”. Protocolos de enfrentamento ao terrorismo, planejamento e simulações serão o foco nesta preparação para os Jogos Olímpicos 2016", afirmou. O encontro reuniu representantes das Forças Especiais da Marinha, Exército e Aeronáutica, além das tropas de Operações Especiais dos Órgãos de Segurança Pública dos estados das cidades-sede.