02/11/2019
Os 31 dias de capacitação e dedicação na II Pós-graduação em Atendimento Pré Hospitalar (APH) Policial, realizada no Paraná, proporcionaram ao investigador da Cordenação de Operações Especiais (COE) Pablo Boson Teixeira e à Segurança Pública da Bahia mais uma conquista: a qualificação em operador avançado em APH, tornado-o apto para atuar em ocorrências críticas que envolvam vítimas de confronto armado.
O policial e enfermeiro, selecionado após atender os critérios técnicos publicados no edital da Escola Superior de Polícia Civil do Paraná, além de ter vivenciado uma troca de experiência com pessoas de outras cidades do Brasil, também participou de estágios em hospital do Paraná, no Instituto Médico Legal e em unidade de socorrismo do Corpo de Bombeiros Militar, onde teve contato direto com cenários de trauma e socorro às vítimas.
"Nossa missão é justamente aperfeiçoar, dar treinamento e operar. Então, com essa nova qualificação, a ideia agora é passar para o efetivo da COE e para o máximo de unidades, todo os conhecimentos adquiridos nesse curso. Pois, caso ocorram situações que necessitem destes tipos de atendimentos, estejam aptos para atuarem", contou Boson.
Fizeram parte da grade de capacitação, disciplinas de anatomia e fisiologia humana, ministradas por médicos, possibilitando atividades práticas em laboratórios de universidades, controle de hemorragia, abordagem ao pneumotórax, manutenção da circulação, atividades práticas em robôs, simulando diversas complicações existentes nesses tipos de traumas, técnicas de neutralização de ameaças e extração da vítima.
Completaram a lista, assuntos relacionados a balística, técnicas e táticas de extração, remoção e evacuação de feridos, equipamentos táticos e configurações mais eficazes para ambientes, conduta para vítimas de afogamento, queimadura e explosivos.