Avaliar de que forma a Secretaria da Segurança Pública pode colaborar com às vítimas de violência atendidas no Casarão da Diversidade, espaço de acolhimento localizado no Centro Histórico, foi um dos temas da reunião realizada na manhã desta sexta-feira (6), na sede da unidade.
O secretário da SSP, Ricardo Mandarino, e as secretárias da Cultura, Arany Santana, e Fabya Reis, de Promoção da Igualdade Racial, participaram do encontro, em que foram apresentados o objetivo do Casarão, bem como quais são os atendimentos promovidos no espaço.
O local abriga o Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT da Bahia promove ações educativas e culturais de valorização da comunidade LGBTQIA+, além de oferecer assistência psicológica e jurídica para a população que sofre algum tipo de violação de direito ou violência.
O Casarão também sedia o Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e ao Trabalho Escravo (NETP-BA) com a repressão ao crime organizado e elaboração de uma série de programas sociais.
Também oferece serviços de prevenção do vírus do HIV, a partir da PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), fruto da parceria entre a Secretaria Estadual de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba).

" A SSP procura, cada vez mais, se engajar com as causas em defesa das minorias. Uma das nossas prioridades é a instalação da coordenação especial para investigar crimes cometidos contra o público LGBTQIA+ e racismo da Polícia Civil", afirmou o titular da SSP.
Também participaram do encontro o subsecretário da SSP, Hélio Jorge Paixão, a delegada-geral da Polícia Civil, Heloísa Brito, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Adson Marchesini, Jones Carvalho, superintendente de Direitos Humanos, Admar Fontes Junior, coordenador do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo e Kaio Macedo, coordenador de Políticas LGBT.