14/02/2015
Como você avalia o trabalho das polícias durante o carnaval? Está é a principal pergunta do questionário aplicado por servidores da Ouvidoria da Secretaria da Segurança Pública, durante os seis dias de folia, nos três principais circuitos do carnaval.
No total, oito pesquisadores estão nas ruas para saber como está a atuação policial, a sensação de segurança durante a festa, além de sugestões que possam contribuir para deixar a maior festa a céu aberto do planeta ainda mais pacífica e divertida. Além disso, o cidadão que quiser contribuir por telefone, pode entrar em contato com a ouvidoria durante a folia através do 3450-1212.
O resultado final da pesquisa será divulgado através de um relatório formulado pela ouvidoria da SSP, após o final da festa. De acordo com o ouvidor-geral, Edmundo Assemany, além de avaliar o trabalho realizado pelas polícias Civil e Militar, a pesquisa também tem o objetivo de contribuir com a organização da segurança da festa através de sugestões que ajudem a melhorar o serviço policial e o atendimento à população.
"Este já é o 4º ano de realização deste estudo e, a cada ano da festa, aprimoramos ainda mais o trabalho policial graças também a participação do cidadão, através de sugestões", afirmou Assemany. Além da pesquisa de campo nos circuitos, as informações também são coletadas através do telefone, entre as pessoas que foram atendidas nos postos policiais.
"Nós conferimos boa parte dos registros de ocorrências e, através dos contatos fornecidos pela vítima, entramos em contato para saber como foi o atendimento policial, a estrutura oferecida pelos postos, entre outras informações", continuou.
Parcial
Durante a tarde de hoje (14) no circuito Dodô (Barra/Ondina), quatro pesquisadores entraram em ação, ouvindo baianos e turistas. Pela 10ª vez no carnaval de Salvador, o médico carioca Carlos Alberto diz que é notória a evolução do trabalho policial ao longo dos anos. "Vejo que o número de policiais cresce a cada ano e que o policiamento no chão também está muito reforçado. O tipo de abordagem também mudou bastante, está muito menos agressivo", opinou.
Segundo os entrevistadores, entre as principais queixas do trabalho policial no carnaval está a distribuição do efetivo nas entradas e saídas dos circuitos, que poderia ser reforçado. Outra reclamação dos foliões refere-se à dificuldade de transporte público, principalmente de ônibus e táxis. Até este sábado, no geral, a avaliação dos trabalhos das polícias civil e militar estava positiva, entre boa e ótima. Entre os destaques está a rapidez na chegada de guarnições nos casos de tumultos.
No total, oito pesquisadores estão nas ruas para saber como está a atuação policial, a sensação de segurança durante a festa, além de sugestões que possam contribuir para deixar a maior festa a céu aberto do planeta ainda mais pacífica e divertida. Além disso, o cidadão que quiser contribuir por telefone, pode entrar em contato com a ouvidoria durante a folia através do 3450-1212.
O resultado final da pesquisa será divulgado através de um relatório formulado pela ouvidoria da SSP, após o final da festa. De acordo com o ouvidor-geral, Edmundo Assemany, além de avaliar o trabalho realizado pelas polícias Civil e Militar, a pesquisa também tem o objetivo de contribuir com a organização da segurança da festa através de sugestões que ajudem a melhorar o serviço policial e o atendimento à população.
"Este já é o 4º ano de realização deste estudo e, a cada ano da festa, aprimoramos ainda mais o trabalho policial graças também a participação do cidadão, através de sugestões", afirmou Assemany. Além da pesquisa de campo nos circuitos, as informações também são coletadas através do telefone, entre as pessoas que foram atendidas nos postos policiais.
"Nós conferimos boa parte dos registros de ocorrências e, através dos contatos fornecidos pela vítima, entramos em contato para saber como foi o atendimento policial, a estrutura oferecida pelos postos, entre outras informações", continuou.
Parcial
Durante a tarde de hoje (14) no circuito Dodô (Barra/Ondina), quatro pesquisadores entraram em ação, ouvindo baianos e turistas. Pela 10ª vez no carnaval de Salvador, o médico carioca Carlos Alberto diz que é notória a evolução do trabalho policial ao longo dos anos. "Vejo que o número de policiais cresce a cada ano e que o policiamento no chão também está muito reforçado. O tipo de abordagem também mudou bastante, está muito menos agressivo", opinou.
Segundo os entrevistadores, entre as principais queixas do trabalho policial no carnaval está a distribuição do efetivo nas entradas e saídas dos circuitos, que poderia ser reforçado. Outra reclamação dos foliões refere-se à dificuldade de transporte público, principalmente de ônibus e táxis. Até este sábado, no geral, a avaliação dos trabalhos das polícias civil e militar estava positiva, entre boa e ótima. Entre os destaques está a rapidez na chegada de guarnições nos casos de tumultos.