13/03/2015
Autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma e roubo de veículo, pelo delegado Odair Carneiro, titular da Delegacia de Homicídios Múltiplos (DHM), Alessandro Nunes Mercês, o "Leozinho", de 26 anos, Manoel Aleixo Filho, o "China", 22, e Leonardo Mercês Aleixo, 24, já seguiram para a Cadeia Pública, no Complexo Penitenciário da Mata Escura.
O trio foi preso, na quinta-feira (12), na localidade conhecida como Forno, no Engenho Velho da Federação, por policiais militares da Rondesp/Atlântico e conduzidos ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O líder da quadrilha, "Leozinho", e os comparsas "China" e Leonardo estão envolvidos no assassinato de Everson Santos Rodrigues, ocorrido em 7 de março, no Vale da Muriçoca. O crime tem relação com o tráfico de drogas.
Com o trio, os policiais apreenderam 143 "trouxinhas" e seis porções de maconha, dois papelotes de cocaína, dois revólveres calibre 38, municiados, uma granada, R$ 335, em espécie, e um veículo Fiat Bravo, vermelho, placa NZB 3183, roubado. O material apreendido foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). As armas serão periciadas para descobrir se foram usadas em outros assassinatos ocorridos na região do Engenho Velho da Federação.
O trio foi preso, na quinta-feira (12), na localidade conhecida como Forno, no Engenho Velho da Federação, por policiais militares da Rondesp/Atlântico e conduzidos ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O líder da quadrilha, "Leozinho", e os comparsas "China" e Leonardo estão envolvidos no assassinato de Everson Santos Rodrigues, ocorrido em 7 de março, no Vale da Muriçoca. O crime tem relação com o tráfico de drogas.
Com o trio, os policiais apreenderam 143 "trouxinhas" e seis porções de maconha, dois papelotes de cocaína, dois revólveres calibre 38, municiados, uma granada, R$ 335, em espécie, e um veículo Fiat Bravo, vermelho, placa NZB 3183, roubado. O material apreendido foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). As armas serão periciadas para descobrir se foram usadas em outros assassinatos ocorridos na região do Engenho Velho da Federação.