15/03/2016
Em continuação às comemorações ao mês da mulher foi realizada nesta terça-feira (15), uma palestra de enfrentamento à violência feminina na sede da Base Comunitária de Segurança do Rio Sena. O evento foi ministrado por policiais militares da Operação Ronda Maria da Penha com o intuito de atingir o público masculino, para alertá-los das prováveis complicações e consequências de um ato violento.
Acompanhado da mulher, o aposentado Antônio Cecílio, 66 anos, acredita que a comunidade precisa de ações como essas, já que, para ele, este tipo de violência causa bastante sofrimento às vítimas. “A população precisa de palestras assim, isso ajuda às mulheres que sofrem caladas”, destacou o aposentado.
A Ronda Maria da Penha serve para fiscalizar, coibir e preservar a integridade física e psicológica das vítimas que possuem medidas protetivas contra os agressores. Frases como “A mulher é quem provoca a violência” e “Mulher gosta de apanhar”, estampadas em cartazes, mostravam como são as justificativas de quem comete este tipo de ato. Além da violência física, o sargento Adilson Galiza, integrante da RMP explicou a existência de outros tipos de agressões como a moral, a patrimonial, a psicológica e a sexual.
Durante o mês de março, a BCS está desenvolvendo semanalmente atividades direcionadas ao público feminino da região, devido ao alto índice de violência registrado na região. De acordo com a comandante da BCS/Rio Sena, capitã Camila Santos, são registradas em torno de 12 ocorrências do tipo nos finais de semana. “Geralmente as agressões são provenientes da ingestão de álcool”, relatou.
Para a capitã, as ações realizadas pela BCS são importantíssimas para a comunidade, pois, além de aproximar as pessoas e aumentar o grau de confiança estabelecido entre a polícia e o cidadão, também colabora para a elucidação dos casos de violência. “Essa relação estreita os laços de confiança entre nós e a população. Isso ajuda o nosso trabalho ativamente, finalizou.
Acompanhado da mulher, o aposentado Antônio Cecílio, 66 anos, acredita que a comunidade precisa de ações como essas, já que, para ele, este tipo de violência causa bastante sofrimento às vítimas. “A população precisa de palestras assim, isso ajuda às mulheres que sofrem caladas”, destacou o aposentado.
A Ronda Maria da Penha serve para fiscalizar, coibir e preservar a integridade física e psicológica das vítimas que possuem medidas protetivas contra os agressores. Frases como “A mulher é quem provoca a violência” e “Mulher gosta de apanhar”, estampadas em cartazes, mostravam como são as justificativas de quem comete este tipo de ato. Além da violência física, o sargento Adilson Galiza, integrante da RMP explicou a existência de outros tipos de agressões como a moral, a patrimonial, a psicológica e a sexual.
Durante o mês de março, a BCS está desenvolvendo semanalmente atividades direcionadas ao público feminino da região, devido ao alto índice de violência registrado na região. De acordo com a comandante da BCS/Rio Sena, capitã Camila Santos, são registradas em torno de 12 ocorrências do tipo nos finais de semana. “Geralmente as agressões são provenientes da ingestão de álcool”, relatou.
Para a capitã, as ações realizadas pela BCS são importantíssimas para a comunidade, pois, além de aproximar as pessoas e aumentar o grau de confiança estabelecido entre a polícia e o cidadão, também colabora para a elucidação dos casos de violência. “Essa relação estreita os laços de confiança entre nós e a população. Isso ajuda o nosso trabalho ativamente, finalizou.