Com o intuito de discutir a qualidade de vida do servidor da segurança pública, a Superintendência de Prevenção à Violência (Sprev) iniciou nesta segunda-feira (23) a primeira Semana da Saúde e Qualidade de Vida do Servidor da Segurança Pública. O evento, que segue até o dia 25, é promovido em celebração ao mês do servidor público, que tem data comemorada no próximo dia 28.
“Nesses três dias, nosso alvo é buscar a valorização do servidor da segurança pública, aqui vamos ter discussões sobre qualidade de vida e desenvolvimento pessoal”, relatou o tenente-coronel, o tenente-coronel César de Sá Pacheco. Para ele, o evento vai proporcionar maior motivação e melhora na eficiência do trabalho.
A life coach – profissional que ajuda a entender o autoconhecimento-, Magaly Evangelista, deu início à semana, com uma palestra realizada no Centro de Operações e Inteligência, sobre os temas “Sentir e Agir”. Ela explicou a importância do autoconhecimento para que os servidores não percam as rédias das suas vidas. “A pressão sofrida no dia a dia faz com que não se tenha um momento de tranquilidade. Se o servidor da segurança começar a entender como todo o processo funciona, passará a descobrir formas de sentir um bem-estar”, ressaltou.
As relações interpessoais no trabalho também foram tema de discussões, com palestras do major Flailton Batista. Amanhã o evento segue no auditório da Desenbahia, no Caminho das Árvores, com palestra do delegado geral da Polícia Civil, Bernardino Brito Filho, que falará sobre “Memórias e Percepções do Servidor Policial”.
Já na quarta-feira (25) o auditório do Ministério Público será palco do tema “Ludicidade, Qualidade de Vida e Felicidade”, palestra apresentada pelo psicólogo do Núcleo de Estudos em Atenção ao Uso de Drogas (Nead), Gessé de Souza Silva.
A fisioterapeuta do núcleo de saúde da Superintendência de Telecomunicações (Stelecom), subtenente Edluce Franco, se interessou pela Semana da Saúde para saber como lidar melhor com os pacientes. “Eu trabalho com o corpo e ele fala, muitas vezes as pessoas vão para o consultório com dor física, mas, na verdade, é uma série de coisas que os leva a sentir essa dor”, afirmou.