21/07/2016
Um grupo de 67 servidores da Polícia Civil, entre delegados e investigadores, participou, na manhã desta quinta-feira (21), do workshop Percepção de Ameaças Nucleares, Biológicas, Químicas e Radiológicas (NBQR), realizado na sede da Academia de Polícia Civil (Acadepol), no bairro do Retiro.
Ministrado pelos sub-oficiais da Marinha Carlos André Faria Ribeiro e Ednilson Pereira Soares, do Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão (CAAML), no Rio de Janeiro, o workshop buscou aguçar o olhar dos participantes para possíveis ameaças terroristas, em Salvador, durante os Jogos Olímpicos.
A iniciativa de realizar o workshop partiu do delegado João Gaudêncio, coordenador do Centro de Inteligência e Tomada de Decisões Táticas (Cidata) da Polícia Civil, que aproveitou a presença dos integrantes da Marinha, na capital baiana, por ocasião das Olimpíadas. “A ideia foi sensibilizar o policial para situações que tragam algum tipo de risco à segurança de atletas e do público durante o evento”, afirmou o delegado.
Durante o workshop, os delegados e investigadores receberam também orientações sobre como agir ao perceberem uma possível ameaça, como, por exemplo, encontrar uma mochila abandonada num local de grande circulação de pessoas. “Ao se deparar com qualquer situação suspeita, o policial deverá acionar a Marinha, que ficará responsável pela atuação nesses casos”, salientou o coordenador do Cidata.
Ministrado pelos sub-oficiais da Marinha Carlos André Faria Ribeiro e Ednilson Pereira Soares, do Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão (CAAML), no Rio de Janeiro, o workshop buscou aguçar o olhar dos participantes para possíveis ameaças terroristas, em Salvador, durante os Jogos Olímpicos.
A iniciativa de realizar o workshop partiu do delegado João Gaudêncio, coordenador do Centro de Inteligência e Tomada de Decisões Táticas (Cidata) da Polícia Civil, que aproveitou a presença dos integrantes da Marinha, na capital baiana, por ocasião das Olimpíadas. “A ideia foi sensibilizar o policial para situações que tragam algum tipo de risco à segurança de atletas e do público durante o evento”, afirmou o delegado.
Durante o workshop, os delegados e investigadores receberam também orientações sobre como agir ao perceberem uma possível ameaça, como, por exemplo, encontrar uma mochila abandonada num local de grande circulação de pessoas. “Ao se deparar com qualquer situação suspeita, o policial deverá acionar a Marinha, que ficará responsável pela atuação nesses casos”, salientou o coordenador do Cidata.