04/08/2017
O pedreiro Edgar Pereira Costa, de 46 anos, suspeito de matar e colocar num saco o corpo da namorada Cláudia Santana de Oliveira, 26, foi preso, na tarde desta sexta-feira (4), por investigadores da Delegacia de Homicídios (DH), de Itabuna. A mulher foi encontrada sem vida, na manhã de hoje, por familiares, na residência de Edgar, em Itapuã, imediações do Motel Tokaia, na Avenida Dorival Caymmi.
A delegada Magda Suely Lima Figueiredo, titular da DH/Itabuna, foi avisada, ainda pela manhã, pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que Edgar estaria se dirigindo a Itabuna, onde pretendia se esconder na casa de familiares. De posse de informações sobre companhia e horário do ônibus em que o suspeito viajava, a delegada encaminhou duas unidades da DH para o posto da PRF, na BR-101, para interceptar o veículo, obtendo sucesso na missão.
Conduzido à unidade policial, Edgar negou que tivesse matado a namorada e que estaria fugindo. Alegou que na noite de quinta para sexta-feira, ele e a companheira estavam bebendo em sua casa, quando tiveram um desentendimento. Ele a empurrou e ela caiu no chão, levantando-se com um ferimento que sangrava. Não soube dizer onde se machucara.
O pedreiro disse, então, que a namorada foi dormir e que permaneceu bebendo um pouco mais. Só muito depois foi para o quarto e deitou-se para dormir. Quando acordou, percebeu que ela estava sem vida. Entrou em pânico e, sem saber o que fazer, a colocou num saco, escondendo no banheiro. Fez uma mala e foi embora para se encontrar com parentes que residem em Itabuna.
A delegada da DH/Itabuna apurou com Edgar que os dois estavam há sete meses juntos, apesar dela morar ainda na casa dos pais, que fica na mesma rua em que reside. Confessou que já foi usuário de drogas, mas que tinha se livrado do vício. O pedreiro insistiu com a delegada que não avisou a polícia sobre o ocorrido porque ficou com medo, preferindo buscar o apoio de familiares. Edgar será recambiado para Salvador em data ainda a ser definida.
A delegada Magda Suely Lima Figueiredo, titular da DH/Itabuna, foi avisada, ainda pela manhã, pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que Edgar estaria se dirigindo a Itabuna, onde pretendia se esconder na casa de familiares. De posse de informações sobre companhia e horário do ônibus em que o suspeito viajava, a delegada encaminhou duas unidades da DH para o posto da PRF, na BR-101, para interceptar o veículo, obtendo sucesso na missão.
Conduzido à unidade policial, Edgar negou que tivesse matado a namorada e que estaria fugindo. Alegou que na noite de quinta para sexta-feira, ele e a companheira estavam bebendo em sua casa, quando tiveram um desentendimento. Ele a empurrou e ela caiu no chão, levantando-se com um ferimento que sangrava. Não soube dizer onde se machucara.
O pedreiro disse, então, que a namorada foi dormir e que permaneceu bebendo um pouco mais. Só muito depois foi para o quarto e deitou-se para dormir. Quando acordou, percebeu que ela estava sem vida. Entrou em pânico e, sem saber o que fazer, a colocou num saco, escondendo no banheiro. Fez uma mala e foi embora para se encontrar com parentes que residem em Itabuna.
A delegada da DH/Itabuna apurou com Edgar que os dois estavam há sete meses juntos, apesar dela morar ainda na casa dos pais, que fica na mesma rua em que reside. Confessou que já foi usuário de drogas, mas que tinha se livrado do vício. O pedreiro insistiu com a delegada que não avisou a polícia sobre o ocorrido porque ficou com medo, preferindo buscar o apoio de familiares. Edgar será recambiado para Salvador em data ainda a ser definida.