18/08/2017
Policiais da Delegacia Territorial (DT), de Amargosa, descobriram, na quinta-feira (10), um esquema de empréstimos fraudulentos junto a bancos e prenderam Adenísio Borges dos Santos, o “Nicinho”, que agia como uma espécie de “laranja”, emprestando o nome para a ação de terceiros no crime. O prejuízo ainda não foi calculado.
Em nome de Adenísio, estes parceiros abriam empresas de fachada, a última delas foi A Borges dos Santos Bar – ME, e, por meio delas, contratavam empréstimos, cartões de créditos e talões de cheques junto a instituições financeiras. Os valores e documentos, depois de recebidos eram repassados entre eles, que os utilizavam de forma fraudulenta.
Os investigadores descobriram também que Adenísio conseguiu, em 2014, de posse de uma certidão de nascimento falsa em nome de Adenísio Moreira Azevedo, uma nova identidade. Com o documento, os parceiros abriram novas empresas e, mais uma vez, novas fraudes foram promovidas, pelo grupo.
O delegado Adilson Bezerra, titular da DT/Amargosa, explicou que Adenísio, embora tenha conhecimento do esquema criminoso, age como se não soubesse ou não participasse dele. “Outras pessoas com maior poder econômico e influência se aproveitavam destas empresas para burlar a lei e angariar dinheiro sujo”, avaliou o delegado.
Custodiado na carceragem da DT/Amargosa, Adenísio permanece à disposição da Justiça Criminal. Adilson Bezerra afirmou que as investigações, em torno do esquema, continuarão a ser feitas, objetivando identificar outros envolvidos e o tamanho do prejuízo.
Em nome de Adenísio, estes parceiros abriam empresas de fachada, a última delas foi A Borges dos Santos Bar – ME, e, por meio delas, contratavam empréstimos, cartões de créditos e talões de cheques junto a instituições financeiras. Os valores e documentos, depois de recebidos eram repassados entre eles, que os utilizavam de forma fraudulenta.
Os investigadores descobriram também que Adenísio conseguiu, em 2014, de posse de uma certidão de nascimento falsa em nome de Adenísio Moreira Azevedo, uma nova identidade. Com o documento, os parceiros abriram novas empresas e, mais uma vez, novas fraudes foram promovidas, pelo grupo.
O delegado Adilson Bezerra, titular da DT/Amargosa, explicou que Adenísio, embora tenha conhecimento do esquema criminoso, age como se não soubesse ou não participasse dele. “Outras pessoas com maior poder econômico e influência se aproveitavam destas empresas para burlar a lei e angariar dinheiro sujo”, avaliou o delegado.
Custodiado na carceragem da DT/Amargosa, Adenísio permanece à disposição da Justiça Criminal. Adilson Bezerra afirmou que as investigações, em torno do esquema, continuarão a ser feitas, objetivando identificar outros envolvidos e o tamanho do prejuízo.