Intercâmbio entre Bahia e Ceará debate Gestão de Sistema de Saneamento Rural

14/11/2018

Intercambiar experiências sobre os Modelos Comunitários de Gestão Integrada de Saneamento Rural das Centrais de Água do estado da Bahia e dos Sistemas Integrados de Saneamento Rural (Sisar) e Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), no estado do Ceará, tendo em vista garantir a sustentabilidade das ações implementadas no componente II do projeto Bahia Produtiva. Esse foi o objetivo do encontro técnico realizado, nesta terça-feira (13), em Salvador, com a participação de organizações envolvidas com, gestão dos sistemas de saneamento rural da Bahia e Ceará.

O encontro, promovido pelo Bahia Produtiva, projeto executado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), contou com a participação de representantes da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), Companhia de Engenharia e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb), Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), Banco Mundial e as Centrais de Água de Jacobina e Seabra.

“Nós temos um estado com a maior população rural do Brasil, com quatro milhões de pessoas e a ampliação do acesso à água de qualidade integra um esforço do Governo do Estado para garantir a permanência dessas pessoas no campo, com saúde e qualidade de vida”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues. Ele observou que a execução dessa ação, fundamental para o desenvolvimento rural, conta com a parceria da SIHS, Cerb e Embasa.

Atualmente existem 12 sistemas de abastecimento no Brasil, sendo dois na Bahia, dois no Piauí e oito no Ceará. Durante o encontro o assessor da diretoria da Cagece do Ceará, Helder Cortez, apresentou um histórico sobre a implantação do Sisar no estado: “Esta é uma oportunidade para trocarmos experiências e conhecimentos no sentido de que possamos evoluir. Na Bahia haverá mais investimento no fortalecimento do modelo de gestão de saneamento rural da Bahia, com as centrais. Que os Governos dos dois estados possam fazer com qualidade o saneamento rural em nossos estados”.

Para Paula Freitas, do Banco Mundial, a realização desse intercâmbio é aproveitar as experiências para que os estados possam dar seguimento, fortalecimento e ampliação dessa ação: “Gostaríamos de trazer um momento de reflexão sobre o que ainda precisa ser feito, para que esse modelo possa atender às necessidades dos beneficiários e cumprir o papel para o qual foi formado”.

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