15/09/2016
O auditório do Tecnocentro Bautista Vidal, principal instalação do Parque Tecnológico da Bahia, lotou durante a abertura do I Seminário Estadual de Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (16). O equipamento sedia o evento tanto pela vocação quanto pela presença de uma incubadora própria, a Áity, responsável por auxiliar dezenas de startups a amadurecerem os modelos de negócio.
A mesa de abertura do encontro foi formada pelo titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Manoel Mendonça; Lázaro Cunha, diretor de Inovação da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb); além de Lauro Ramos, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/BA).
A ação é uma iniciativa da Rede Baiana de Empreendedorismo e Incubação (R-BEI), cuja formação tem sido promovida pela Secti, no decorrer de encontros periódicos de atores diversos que compõem o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação baiano. A pretensão do Seminário é discutir boas práticas e as perspectivas futuras das incubadoras de empresas do Estado no contexto do empreendedorismo inovador. O evento acontece, também, na sexta-feira (16), e é composto por ciclos de palestras.
O diretor técnico do Sebrae falou sobre a importância das faculdades, ao lado da R-Bei, para a expansão dos segmentos tecnológicos. “Essa parceria entre as instituições é fundamental para encurtar os caminhos que contribuem no desenvolvimento das propostas de fomentos das empresas incubadoras de base tecnológica”, pontuou Ramos.
Durante a sua fala, na mesa de abertura, o secretário Manoel Mendonça concordou. Para ele, a base acadêmica produtora de conhecimento é fundamental para fortalecer as cadeias de empreendedorismos no estado. “Nosso esforço é para transformar essa rede de empreendedorismo – como a R-Bei – em um local de fomento de empresas, para que a sociedade civil usufrua disso”, disse.
Construção
Na Bahia, a RBEI já possui um modelo definido, que está sendo montado, gradualmente, durante os encontros promovidos pela Diretoria de Inovação e Competitividade da Secti. O órgão, após a construção da Rede, pretende passar o bastão para os atores que a compõem, a fim de promover a total articulação e facilitar o desenvolvimento de ações voltadas à cultura do empreendedorismo em todo o território baiano.
A mesa de abertura do encontro foi formada pelo titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Manoel Mendonça; Lázaro Cunha, diretor de Inovação da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb); além de Lauro Ramos, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/BA).
A ação é uma iniciativa da Rede Baiana de Empreendedorismo e Incubação (R-BEI), cuja formação tem sido promovida pela Secti, no decorrer de encontros periódicos de atores diversos que compõem o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação baiano. A pretensão do Seminário é discutir boas práticas e as perspectivas futuras das incubadoras de empresas do Estado no contexto do empreendedorismo inovador. O evento acontece, também, na sexta-feira (16), e é composto por ciclos de palestras.
O diretor técnico do Sebrae falou sobre a importância das faculdades, ao lado da R-Bei, para a expansão dos segmentos tecnológicos. “Essa parceria entre as instituições é fundamental para encurtar os caminhos que contribuem no desenvolvimento das propostas de fomentos das empresas incubadoras de base tecnológica”, pontuou Ramos.
Durante a sua fala, na mesa de abertura, o secretário Manoel Mendonça concordou. Para ele, a base acadêmica produtora de conhecimento é fundamental para fortalecer as cadeias de empreendedorismos no estado. “Nosso esforço é para transformar essa rede de empreendedorismo – como a R-Bei – em um local de fomento de empresas, para que a sociedade civil usufrua disso”, disse.
Construção
Na Bahia, a RBEI já possui um modelo definido, que está sendo montado, gradualmente, durante os encontros promovidos pela Diretoria de Inovação e Competitividade da Secti. O órgão, após a construção da Rede, pretende passar o bastão para os atores que a compõem, a fim de promover a total articulação e facilitar o desenvolvimento de ações voltadas à cultura do empreendedorismo em todo o território baiano.