19/12/2016
Atores do ecossistema de incubação baiano se reuniram, na tarde desta segunda-feira (19), durante a 2ª Assembleia da Rede Baiana de Empreendedorismo e Incubação (R-BEI). O palco do encontro foi a sede da Rede+, situada na Barra, e, na ocasião, definições importantes, a exemplo da inclusão de novos membros, foram conhecidas.
Responsável por abrir os trabalhos, o titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), Manoel Mendonça, explicou que “as iniciativas existentes no estado, voltadas para empreendedorismo e incubação, precisam de um ponto de articulação e que essa uma das principais funções da Rede”. A Secti liderou a concepção da R-BEI, visando, justamente, ao fortalecimento da competitividade das empresas baianas, em todo o território estadual.
A pauta do dia integrou a aprovação de itens do regulamento, prestação de contas das atividades de 2016 e sugestão de calendário das reuniões e assembleias de 2017. Um dos destaques do encontro foi a votação que determinou quatro novas secretarias estaduais como integrantes da Rede – três já faziam parte. Com a novidade, a R-BEI passa de 26 para 30 atores, dentre eles universidades, associações, fundações de pesquisa, incubadoras e empresas. Marcos Costelari, coordenador da Agência de Inovação da Universidade Salvador (Unifacs), destaca que “a colaboração mútua é o diferencial existente na Rede”.
Agenda R-BEI
Ficou acertado que, ano que vem, a Rede – criada em janeiro deste ano - vai promover duas assembléias gerais, uma em junho e outra em dezembro, e reuniões nas últimas terças-feiras de cada mês. “Esse contato contínuo é uma das premissas desse grupo e a ideia é evitar sobreposição de ações, potencializando-as, consequentemente”, esclarece a coordenadora da R-BEI, Danile Sanches.
Com vínculos com a Secti, além de Mendonça, marcaram presença o superintendente de Inovação da Secretaria, Thomas Buck; o coordenador da Áity Incubadora do Parque Tecnológico da Bahia, Antônio Rocha; bem como o diretor de Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Lázaro Cunha.
Responsável por abrir os trabalhos, o titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), Manoel Mendonça, explicou que “as iniciativas existentes no estado, voltadas para empreendedorismo e incubação, precisam de um ponto de articulação e que essa uma das principais funções da Rede”. A Secti liderou a concepção da R-BEI, visando, justamente, ao fortalecimento da competitividade das empresas baianas, em todo o território estadual.
A pauta do dia integrou a aprovação de itens do regulamento, prestação de contas das atividades de 2016 e sugestão de calendário das reuniões e assembleias de 2017. Um dos destaques do encontro foi a votação que determinou quatro novas secretarias estaduais como integrantes da Rede – três já faziam parte. Com a novidade, a R-BEI passa de 26 para 30 atores, dentre eles universidades, associações, fundações de pesquisa, incubadoras e empresas. Marcos Costelari, coordenador da Agência de Inovação da Universidade Salvador (Unifacs), destaca que “a colaboração mútua é o diferencial existente na Rede”.
Agenda R-BEI
Ficou acertado que, ano que vem, a Rede – criada em janeiro deste ano - vai promover duas assembléias gerais, uma em junho e outra em dezembro, e reuniões nas últimas terças-feiras de cada mês. “Esse contato contínuo é uma das premissas desse grupo e a ideia é evitar sobreposição de ações, potencializando-as, consequentemente”, esclarece a coordenadora da R-BEI, Danile Sanches.
Com vínculos com a Secti, além de Mendonça, marcaram presença o superintendente de Inovação da Secretaria, Thomas Buck; o coordenador da Áity Incubadora do Parque Tecnológico da Bahia, Antônio Rocha; bem como o diretor de Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Lázaro Cunha.