29/05/2023
Cerca de 400 pessoas de 27 territórios de identidade da Bahia participaram da série de encontros de apoio técnico promovida pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), ao longo do mês de maio, através da Superintendência de Assistência Social (SAS). A capacitação, encerrada nesta segunda-feira (29) no Instituto Anísio Teixeira, em Salvador, reuniu técnicos de referência e coordenadores de unidades socioassistenciais.
Desta vez, as orientações sobre a execução do Relatório de Acompanhamento Físico (RAF), ferramenta pertencente à Rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na Bahia, foram prestadas a representantes dos territórios de identidade da Chapada, Irecê, Litoral Norte Agreste Baiano, Metropolitana de Salvador e Semiárido Nordeste 2. Entre o público apoiado estavam os profissionais de unidades como Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centros POP e Unidades de Acolhimento Institucional.
Desta vez, as orientações sobre a execução do Relatório de Acompanhamento Físico (RAF), ferramenta pertencente à Rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na Bahia, foram prestadas a representantes dos territórios de identidade da Chapada, Irecê, Litoral Norte Agreste Baiano, Metropolitana de Salvador e Semiárido Nordeste 2. Entre o público apoiado estavam os profissionais de unidades como Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centros POP e Unidades de Acolhimento Institucional.
A ação teve como objetivo esclarecer sobre o cenário do preenchimento do RAF, demonstrando a importância na oferta de serviços, programas e projetos, bem como a qualificação dos dados. O preenchimento do RAF em 2022 serviu como exemplificação para orientar os municípios, que devem preencher mensalmente este instrumento.
De acordo com o a técnica de referência da vigilância socioassistencial, Ludimila Dias de Matos, a atividade foi oportuna para que os profissionais que operacionalizam o RAF tivessem orientação, aprofundamento e esclarecimento de dúvidas. “Enquanto vigilância de assistência social, buscamos coletas de dados que nos proporcionem um diagnóstico que nos traga de fato como é a realidade da oferta da assistência social na Bahia. É de suma importância que continuemos fazendo as atividades por conta da dimensão que é esta política”, explicou.