26/10/2023
Aconteceu na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) nesta quarta-feira (25), uma reunião com representantes governamentais e da sociedade civil, onde foram apresentadas pesquisas e levantamentos na área de políticas sobre drogas.
O encontro acontece no contexto de reestruturação do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas (Cepad), que tem retomado as reuniões que agregam as entidades componentes, com as quais a Seades tem mantido constantes diálogos.
O encontro acontece no contexto de reestruturação do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas (Cepad), que tem retomado as reuniões que agregam as entidades componentes, com as quais a Seades tem mantido constantes diálogos.
Na reunião o Observatório Baiano de Política sobre Drogas apresentou seu primeiro produto, pontuando o perfil das pessoas assistidas pelo programa Corra pro Abraço. Seguindo na mesma direção, o diretor de Pesquisa, Avaliação e Gestão de Informações da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), Mauricio Fiore, apresentou um panorama das ações prioritárias da área de pesquisa e avaliação.
De acordo com o titular da Superintendência de Políticas sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis (Suprad), Gabriel Oliveira, a pesquisa consegue mensurar as medidas necessárias para garantir o direito social da população e dos grupos vulnerabilizados. “Os dados devem servir de instrumento para mirar no enfrentamento de paradigmas e estigmas, entender o cenário das pessoas que estão em situação de rua e substanciar a elaboração de ações efetivas e estruturantes no âmbito das políticas sobre drogas na Bahia”, explicou.
O diretor da Senad, Mauricio Fiore, ressalta a parceria do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), com o observatório baiano. “A pesquisa é muito importante e necessária para avaliar as políticas públicas. Os dados apresentados já trazem o perfil do universo dos assistidos e vamos trabalhar juntos com o Corra para disseminar e aperfeiçoar o programa, avaliando o impacto na vida dos atendidos”, pontuou.
Para o coordenador da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas, Dudu Ribeiro, representante da sociedade civil, a reunião foi importante para conectar experiências. “Os dados verificados por pesquisadores especializados no campo da política pública sobre drogas servem para subsidiar uma melhor forma de comunicar sobre estes achados junto à população e ao poder público”, esclareceu.
Estiveram presentes também organizações como Comvida, Nova Vida, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Recôncavo (UFRB), Procuradoria Geral da Bahia (PGE), Defensoria Pública da Bahia (DPE), Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Secretaria da Saúde (Sesab) e de Educação (SEC).
De acordo com o titular da Superintendência de Políticas sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis (Suprad), Gabriel Oliveira, a pesquisa consegue mensurar as medidas necessárias para garantir o direito social da população e dos grupos vulnerabilizados. “Os dados devem servir de instrumento para mirar no enfrentamento de paradigmas e estigmas, entender o cenário das pessoas que estão em situação de rua e substanciar a elaboração de ações efetivas e estruturantes no âmbito das políticas sobre drogas na Bahia”, explicou.
O diretor da Senad, Mauricio Fiore, ressalta a parceria do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), com o observatório baiano. “A pesquisa é muito importante e necessária para avaliar as políticas públicas. Os dados apresentados já trazem o perfil do universo dos assistidos e vamos trabalhar juntos com o Corra para disseminar e aperfeiçoar o programa, avaliando o impacto na vida dos atendidos”, pontuou.
Para o coordenador da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas, Dudu Ribeiro, representante da sociedade civil, a reunião foi importante para conectar experiências. “Os dados verificados por pesquisadores especializados no campo da política pública sobre drogas servem para subsidiar uma melhor forma de comunicar sobre estes achados junto à população e ao poder público”, esclareceu.
Estiveram presentes também organizações como Comvida, Nova Vida, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Recôncavo (UFRB), Procuradoria Geral da Bahia (PGE), Defensoria Pública da Bahia (DPE), Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Secretaria da Saúde (Sesab) e de Educação (SEC).