30/04/2024
O Governo da Bahia lançou, na manhã desta terça-feira (30), o programa “Comida no Prato”, em evento realizado na Paróquia Divino Espírito Santo, no Vale dos Lagos, em Salvador. A iniciativa, fruto de uma parceria com 50 organizações sociais, irá distribuir 2,2 milhões de refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar.
O chefe do executivo baiano celebrou a oportunidade de disponibilizar orçamento para o combate à fome e afirmou que outras etapas serão elaboradas nesse intuito. “O programa não se encerra apenas com distribuição de comida. O combate à fome é permanente, na geração de emprego e no fortalecimento das atividades econômicas, geração de renda, seja na agricultura, seja na economia solidária ou nos empreendedores e nós teremos outras etapas”, ressaltou Jerônimo Rodrigues.
O chefe do executivo baiano celebrou a oportunidade de disponibilizar orçamento para o combate à fome e afirmou que outras etapas serão elaboradas nesse intuito. “O programa não se encerra apenas com distribuição de comida. O combate à fome é permanente, na geração de emprego e no fortalecimento das atividades econômicas, geração de renda, seja na agricultura, seja na economia solidária ou nos empreendedores e nós teremos outras etapas”, ressaltou Jerônimo Rodrigues.
Além disso, foi anunciado o autorizo para que a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) realize o repasse adicional de R$ 10 milhões, no âmbito do cofinanciamento estadual para o provimento de benefícios eventuais, através do Alimenta SUAS Bahia, para os municípios que realizaram a adesão ao Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN. “É a Bahia e o Brasil nesta grande rede de proteção social e combate à insegurança alimentar e nutricional”, declarou a titular da Seades, Fabya Reis.
No evento também estiveram presentes o vice-governador Geraldo Júnior, o coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, a do Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira, além do secretário Osni Cardoso, do Desenvolvimento Rural (SDR) e o procurador Geral do Estado, Pedro Maia.
Sobre o Comida no Prato, Tiago Pereira explicou que a primeira parcela dos investimentos já será liberada. “Vamos repassar essa semana para essas 50 organizações sociais. Elas já trabalham com produção de comida, o Estado está fazendo um aporte financeiro para que elas ampliem o número de atendimentos porque, de fato, a gente precisa alcançar quem está em situação de fome”.
O padre Jaciel Bezerra da Paróquia Divino Espírito Santo, uma das organizações beneficiadas, expressou a alegria em poder aumentar o público assistido pela instituição. “O programa conta com a bênção da igreja para ser um sucesso. Atualmente, acolhemos 300 famílias na Paróquia, e com o projeto, serão mais 200, totalizando 500 famílias.”
Outras ações
Na ocasião, o governador autorizou outras ações dentro da agenda de combate à fome, como hortas rurais e urbanas, investimentos nos municípios para fortalecer o sistema de segurança alimentar e nutricional. Foi publicado o Edital de Chamada Pública Comida no Prato, visando ampliar a rede de equipamentos integrados no combate à fome no estado.
Ainda foi autorizada a assinatura de quatro Termos de Colaboração do Projeto Viva Horta, com um investimento total de mais R$ 4,1 milhões, beneficiando agricultores familiares, comunidades quilombolas, povos tradicionais e associações vinculadas a projetos residenciais. Além disso, a implantação de hortas comunitárias em 70 municípios, com uma área de 2,0 hectares, foi autorizada, envolvendo um investimento de R$ 6,7 milhões.
Programa
O edital “Comida no Prato” faz parte da estratégia do Programa Estadual Bahia Sem Fome e será executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Com um investimento de mais de R$ 24 milhões, o governo irá alimentar famílias em vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, trabalhadores/as de baixa renda, desempregados/as, pessoas idosas, crianças e mães solo.
No evento também estiveram presentes o vice-governador Geraldo Júnior, o coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, a do Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira, além do secretário Osni Cardoso, do Desenvolvimento Rural (SDR) e o procurador Geral do Estado, Pedro Maia.
Sobre o Comida no Prato, Tiago Pereira explicou que a primeira parcela dos investimentos já será liberada. “Vamos repassar essa semana para essas 50 organizações sociais. Elas já trabalham com produção de comida, o Estado está fazendo um aporte financeiro para que elas ampliem o número de atendimentos porque, de fato, a gente precisa alcançar quem está em situação de fome”.
O padre Jaciel Bezerra da Paróquia Divino Espírito Santo, uma das organizações beneficiadas, expressou a alegria em poder aumentar o público assistido pela instituição. “O programa conta com a bênção da igreja para ser um sucesso. Atualmente, acolhemos 300 famílias na Paróquia, e com o projeto, serão mais 200, totalizando 500 famílias.”
Outras ações
Na ocasião, o governador autorizou outras ações dentro da agenda de combate à fome, como hortas rurais e urbanas, investimentos nos municípios para fortalecer o sistema de segurança alimentar e nutricional. Foi publicado o Edital de Chamada Pública Comida no Prato, visando ampliar a rede de equipamentos integrados no combate à fome no estado.
Ainda foi autorizada a assinatura de quatro Termos de Colaboração do Projeto Viva Horta, com um investimento total de mais R$ 4,1 milhões, beneficiando agricultores familiares, comunidades quilombolas, povos tradicionais e associações vinculadas a projetos residenciais. Além disso, a implantação de hortas comunitárias em 70 municípios, com uma área de 2,0 hectares, foi autorizada, envolvendo um investimento de R$ 6,7 milhões.
Programa
O edital “Comida no Prato” faz parte da estratégia do Programa Estadual Bahia Sem Fome e será executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Com um investimento de mais de R$ 24 milhões, o governo irá alimentar famílias em vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, trabalhadores/as de baixa renda, desempregados/as, pessoas idosas, crianças e mães solo.
*Com informações da SECOM