22/03/2023
O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado da Bahia (Consea-BA) esteve reunido nesta quarta-feira (22), na sede da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia (Seades), em Salvador, com o objetivo de levantar proposições para o Programa Bahia Sem Fome, que pretende agregar políticas públicas nesta área e contribuir com a redução das desigualdades.
O encontro promoveu a socialização de informações e a acolhida de diversos segmentos, mobilizando esforços e articulações conjuntas no enfrentamento à fome e pelo direito à alimentação de qualidade. Participaram diversos segmentos, dentre eles representações de pessoas em situação de rua, quilombolas, fundos e fechos de pasto, pastorais e membros governamentais.
De acordo com a presidente do Consea-BA, Débora Rodrigues, a iniciativa do diálogo é estratégica, principalmente em virtude do programa trazer a perspectiva de integrar o Plano Estadual de Segurança Alimentar. Para ela, a partir das tratativas, o Governo do Estado segue a premissa de “consultar e receber orientação do Consea, junto aos conselheiros, conselheiras e a sociedade civil, a fim de olhar outras políticas e ações equiparadas e que precisam ser reativadas para somar na implantação".
Para a secretária titular da Seades, Fabya Reis, o momento é de socialização e escuta qualificada. "Estamos mobilizando esforços e articulações interinstitucionais para o enfrentamento à fome e pelo direito à alimentação de qualidade”, pontuou.
Tiago Pereira, coordenador geral do Programa Bahia Sem Fome, explicou que o encontro é essencial para a concepção do programa. "Trata-se de uma ação efetiva para ampliar o debate e a escuta, somando com aquelas já realizadas pela coordenação estratégica. É um conjunto de articulações que estão sendo feitas com a secretaria e, com certeza, o Consea está na centralidade para elaborarmos o projeto de lei", ressaltou.
O coordenador informa que "o programa não será assistencialista” e, certamente, terá uma perspectiva estruturante. "Não tem como desenvolver uma ação estruturante dentro do programa que não seja conectada com a perspectiva da segurança alimentar e nutricional. Esperamos construir políticas públicas que cheguem às populações que mais precisam", concluiu.
O encontro promoveu a socialização de informações e a acolhida de diversos segmentos, mobilizando esforços e articulações conjuntas no enfrentamento à fome e pelo direito à alimentação de qualidade. Participaram diversos segmentos, dentre eles representações de pessoas em situação de rua, quilombolas, fundos e fechos de pasto, pastorais e membros governamentais.
De acordo com a presidente do Consea-BA, Débora Rodrigues, a iniciativa do diálogo é estratégica, principalmente em virtude do programa trazer a perspectiva de integrar o Plano Estadual de Segurança Alimentar. Para ela, a partir das tratativas, o Governo do Estado segue a premissa de “consultar e receber orientação do Consea, junto aos conselheiros, conselheiras e a sociedade civil, a fim de olhar outras políticas e ações equiparadas e que precisam ser reativadas para somar na implantação".
Para a secretária titular da Seades, Fabya Reis, o momento é de socialização e escuta qualificada. "Estamos mobilizando esforços e articulações interinstitucionais para o enfrentamento à fome e pelo direito à alimentação de qualidade”, pontuou.
Tiago Pereira, coordenador geral do Programa Bahia Sem Fome, explicou que o encontro é essencial para a concepção do programa. "Trata-se de uma ação efetiva para ampliar o debate e a escuta, somando com aquelas já realizadas pela coordenação estratégica. É um conjunto de articulações que estão sendo feitas com a secretaria e, com certeza, o Consea está na centralidade para elaborarmos o projeto de lei", ressaltou.
O coordenador informa que "o programa não será assistencialista” e, certamente, terá uma perspectiva estruturante. "Não tem como desenvolver uma ação estruturante dentro do programa que não seja conectada com a perspectiva da segurança alimentar e nutricional. Esperamos construir políticas públicas que cheguem às populações que mais precisam", concluiu.