03/05/2023
Esclarecimentos sobre a execução do Relatório de Acompanhamento Físico (RAF), através do Sistema de Acompanhamento do Cofinanciamento (Siacof), ferramenta pertencente à Rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na Bahia, foram prestados a representantes socioassistenciais dos municípios baianos, nesta quarta-feira (03), no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador.
O apoio técnico, realizado pela Superintendência de Assistência Social (SAS), da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), serviu de orientação para as 207 pessoas presentes, entre técnicos de referência de vigilância socioassistencial dos municípios e coordenadores de unidades socioassistenciais, a exemplo dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centros POP e Unidades de Acolhimento Institucional.
O apoio técnico, realizado pela Superintendência de Assistência Social (SAS), da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), serviu de orientação para as 207 pessoas presentes, entre técnicos de referência de vigilância socioassistencial dos municípios e coordenadores de unidades socioassistenciais, a exemplo dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centros POP e Unidades de Acolhimento Institucional.
O evento teve como tema o cenário do preenchimento do RAF, sua importância na oferta de serviços, programas e projetos. Participaram da orientação os territórios de identidade do Sertão São Francisco, Piemonte do Itapicuru, Bacia do Jacuípe, Piemonte da Diamantina, Itaparica e Sisal. O preenchimento do RAF em 2022 serviu como exemplificação para orientar os municípios a importância dos dados para a gestão municipal e como qualificar as informações no sistema, que deve ser preenchido mensalmente para que o registro sirva de demonstrativo e acompanhamento.
De acordo com o técnico de referência da vigilância socioassistencial, José Bartillotti Neto, é muito importante que os dados preenchidos no RAF correspondam de forma correta sobre a situação das pessoas que estão em situações vulneráveis. “Estamos no primeiro encontro com os territórios de identidade do estado da Bahia. Ele surgiu a partir de uma demanda que os municípios pediram por conta dos equívocos encontrados no preenchimento do RAF. A intenção é mostrar o panorama do preenchimento e qualificar os dados. Este é um instrumento de gestão para que os municípios façam suas avaliações e, da mesma forma, o Governo do Estado, que repassa recursos financeiros viabilizando a oferta do serviço”, explicou Bartillotti.