12/04/2023
Dando continuidade aos trabalhos no segundo dia de atividades, o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado da Bahia (Consea-Ba), colegiado vinculado à Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia (Seades), realizou, nesta sexta-feira (31), em Salvador, discussão para a elaboração do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (2024-2027).
O encontro reuniu diversos segmentos da sociedade civil que compõem o conselho, dentre eles representações de pessoas em situação de rua, pescadores, indígenas, fundos e fechos de pasto, das organizações da agricultura familiar, além de membros de diversos órgãos governamentais.
O evento contou com a participação da secretária da Seades, Fabya Reis, da presidenta do Consea-Ba, Débora Rodrigues, da superintendente de Inclusão e Segurança Alimentar da Seades, Fernanda Silva, e do coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira.
O Plano visa promover a soberania da segurança alimentar e nutricional para a Bahia, a fim de diminuir o índice de insegurança no consumo dos alimentos que atinge a população mais vulnerável e de extrema pobreza no campo e na cidade.
A ideia é mobilizar os equipamentos disponíveis no Governo do Estado para articular e monitorar as ações destinadas à garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável, principalmente para públicos mais atingidos pela insegurança alimentar, como mães-solo, povos e comunidades tradicionais, pessoas LGBTQIA+ e a população negra.
A secretária da Seades, Fabya Reis explicou que a plenária foi um momento produtivo e orientador e que todas as questões levantadas se desdobrará em planejamento e concretização de ações do Consea. “O enfrentamento à fome e à insegurança alimentar é o foco das nossas ações e, por isso, estamos fortalecendo a cada dia a atuação da Seades. Estas são políticas transversais que perpassam outros órgãos. O alinhamento, os programas e ações integradas são fundamentais neste processo, materializando o que se pensa para o Plano Plurianual (PPA)”, pontuou.
Para a presidenta do Consea-Ba, Débora Rodrigues, a reunião avançou para um olhar detalhado no contexto da elaboração do plano. “Saímos com um resultado positivo, de muito trabalho e oportunidades, sabendo que temos desafios, com ânimo de luta e resistência para tocar e construir a política na Bahia e contribuir com a política nacional. O Bahia Sem Fome precisa estar ligado com o Plano Estadual de Segurança Alimentar, que é nosso instrumento de orientação da política, propondo as ações, as estratégias, apontando o que é prioridade a partir da orientação no PPA”, afirmou.
Ontem, primeiro dia da plenária, foram abordados temas como os Desafios e Perspectivas para o Consea-Ba; a reestruturação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan); o Plano Plurianual (PPA) do Governo do Estado; o Programa Bahia Sem Fome; e as conferências de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no estado. As próximas plenárias do conselho estão programadas para acontecer nos meses de maio e julho.
O encontro reuniu diversos segmentos da sociedade civil que compõem o conselho, dentre eles representações de pessoas em situação de rua, pescadores, indígenas, fundos e fechos de pasto, das organizações da agricultura familiar, além de membros de diversos órgãos governamentais.
O evento contou com a participação da secretária da Seades, Fabya Reis, da presidenta do Consea-Ba, Débora Rodrigues, da superintendente de Inclusão e Segurança Alimentar da Seades, Fernanda Silva, e do coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira.
O Plano visa promover a soberania da segurança alimentar e nutricional para a Bahia, a fim de diminuir o índice de insegurança no consumo dos alimentos que atinge a população mais vulnerável e de extrema pobreza no campo e na cidade.
A ideia é mobilizar os equipamentos disponíveis no Governo do Estado para articular e monitorar as ações destinadas à garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável, principalmente para públicos mais atingidos pela insegurança alimentar, como mães-solo, povos e comunidades tradicionais, pessoas LGBTQIA+ e a população negra.
A secretária da Seades, Fabya Reis explicou que a plenária foi um momento produtivo e orientador e que todas as questões levantadas se desdobrará em planejamento e concretização de ações do Consea. “O enfrentamento à fome e à insegurança alimentar é o foco das nossas ações e, por isso, estamos fortalecendo a cada dia a atuação da Seades. Estas são políticas transversais que perpassam outros órgãos. O alinhamento, os programas e ações integradas são fundamentais neste processo, materializando o que se pensa para o Plano Plurianual (PPA)”, pontuou.
Para a presidenta do Consea-Ba, Débora Rodrigues, a reunião avançou para um olhar detalhado no contexto da elaboração do plano. “Saímos com um resultado positivo, de muito trabalho e oportunidades, sabendo que temos desafios, com ânimo de luta e resistência para tocar e construir a política na Bahia e contribuir com a política nacional. O Bahia Sem Fome precisa estar ligado com o Plano Estadual de Segurança Alimentar, que é nosso instrumento de orientação da política, propondo as ações, as estratégias, apontando o que é prioridade a partir da orientação no PPA”, afirmou.
Ontem, primeiro dia da plenária, foram abordados temas como os Desafios e Perspectivas para o Consea-Ba; a reestruturação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan); o Plano Plurianual (PPA) do Governo do Estado; o Programa Bahia Sem Fome; e as conferências de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no estado. As próximas plenárias do conselho estão programadas para acontecer nos meses de maio e julho.