Biocombustíveis e energia eólica entre os vencedores do Jovem Cientista

19/11/2010
O 24º Prêmio Jovem Cientista foi entregue ontem, em solenidade no Palácio do Planalto. Os estudantes vencedores apresentaram projetos que abrem caminho para a produção de biocombustíveis, o uso de energia eólica e a redução da poluição de ônibus e outros veículos.

O tema deste ano foi `Energia e meio ambiente - soluções para o futuro`. O total de inscritos nas três categorias - graduado, estudante do ensino superior e estudante do ensino médio - foi recorde: 2.158, sendo 1.925 na categoria de ensino médio e 233 nas demais.

- O Prêmio Jovem Cientista será um marco na vida profissional de todos nós - disse Leandro Alves de Sousa, de 27 anos, aluno de doutorado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e vencedor da categoria graduado. Ele ganhou R$20 mil.

A pesquisa de Sousa busca transformar óleo de cozinha em biocombustível, sem a necessidade de misturar o produto com óleo diesel de origem fóssil nem de adaptar os motores.


O ganhador na categoria ensino superior foi Eduardo Façanha de Oliveira, da Universidade Federal do Ceará. Ele fez um conversor que permite transformar energia eólica em eletricidade. Para Ricardo Castro de Aquino, de 18 anos, que frequentou uma escola pública de Santa Maria, cidade-satélite no Distrito Federal, e venceu na categoria ensino médio, o prêmio é um incentivo:

- Essa premiação em nível nacional motiva a permanecer nos estudos, na certeza de estar ajudando ao planeta e a todos - disse Aquino, que produziu um filtro para reduzir a emissão de fumaça em ônibus.

O Prêmio Jovem Cientista é resultado de uma parceria entre o CNPq, o Grupo Gerdau e a Fundação Roberto Marinho.


O Globo - 19/11/2010.

Produção de biocombustíveis, o uso de energia eólica e a redução da poluição de ônibus e outros veículos atraem jovens cientistas Entregue ontem em Brasília, prêmio teve recorde de 2.158 inscritos O 24º Prêmio Jovem Cientista foi entregue ontem, em solenidade no Palácio do Planalto. Os estudantes vencedores apresentaram projetos que abrem caminho para a produção de biocombustíveis, o uso de energia eólica e a redução da poluição de ônibus e outros veículos.

O tema deste ano foi `Energia e meio ambiente - soluções para o futuro`. O total de inscritos nas três categorias - graduado, estudante do ensino superior e estudante do ensino médio - foi recorde: 2.158, sendo 1.925 na categoria de ensino médio e 233 nas demais.

- O Prêmio Jovem Cientista será um marco na vida profissional de todos nós - disse Leandro Alves de Sousa, de 27 anos, aluno de doutorado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e vencedor da categoria graduado. Ele ganhou R$20 mil.

A pesquisa de Sousa busca transformar óleo de cozinha em biocombustível, sem a necessidade de misturar o produto com óleo diesel de origem fóssil nem de adaptar os motores.


O ganhador na categoria ensino superior foi Eduardo Façanha de Oliveira, da Universidade Federal do Ceará. Ele fez um conversor que permite transformar energia eólica em eletricidade. Para Ricardo Castro de Aquino, de 18 anos, que frequentou uma escola pública de Santa Maria, cidade-satélite no Distrito Federal, e venceu na categoria ensino médio, o prêmio é um incentivo:

- Essa premiação em nível nacional motiva a permanecer nos estudos, na certeza de estar ajudando ao planeta e a todos - disse Aquino, que produziu um filtro para reduzir a emissão de fumaça em ônibus.

O Prêmio Jovem Cientista é resultado de uma parceria entre o CNPq, o Grupo Gerdau e a Fundação Roberto Marinho.


O Globo - 19/11/2010.