13/07/2007
Primeiro a denunciar os erros técnicos das etapas iniciais do combate à vassoura-de-bruxa, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), disse que o lançamento do PAC do Cacau amanhã é o começo do fim de uma grande luta para assegurar justiça e desenvolvimento ao Sul da Bahia. O PAC, com investimentos da ordem de R$ 2,2 bilhões, tem entre os vários projetos de aceleração do crescimento na região cacaueira um plano de repactuação das dívidas dos produtores no valor de R$ 700 milhões. O plano foi elaborado a partir da Nota Técnica conseguida pelo então deputado, Geddel Vieira Lima em 2004.
Na Nota Técnica, a Ceplac pela primeira vez reconheceu que a poda dos cacauais e o combate químico da vassoura-de-bruxa - metodologia obrigatória aplicada nas primeiras fases da contaminação - foi um erro que deixou como conseqüência um estoque financeiro alto, causando o endividamento dos produtores.
Depois de uma conversa com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, seu colega de partido, o ministro Geddel informou que a repactuação das dívidas do cacau será acompanhada de um projeto de refinanciamento da economia regional com a liberação de recursos para a diversificação produtiva. `O PAC do Cacau pode ser a solução definitiva que tanto buscamos para evitar a inadimplência dos produtores e a retomada do crescimento na região`, afirmou Geddel, que estará no lançamento do programa hoje, em Salvador, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A luta do ministro Geddel Vieira Lima pelo reconhecimento oficial dos erros técnicos começou em julho de 2003, quando o então deputado federal fez um discurso na Câmara denunciando a injustiça de se cobrar exclusivamente dos cacauicultores as dívidas oriundas de erros técnicos governamentais.
A partir daí, uma série de ofícios e gestões foram feitas por Geddel Vieira Lima até que a Ceplac admitiu na terceira Nota Técnica, emitida em resposta a questionamentos de Geddel, o equívoco que foi a poda e do combate químico. Durante o uso dessa metodologia, em meados dos anos 90 e antes da clonagem, os cacauais ficaram ainda mais enfraquecidos e milhares de hectares da lavoura acabaram morrendo.
Fonte: Jornal AGORA(Itabuna) - Geral
11/07/07
Na Nota Técnica, a Ceplac pela primeira vez reconheceu que a poda dos cacauais e o combate químico da vassoura-de-bruxa - metodologia obrigatória aplicada nas primeiras fases da contaminação - foi um erro que deixou como conseqüência um estoque financeiro alto, causando o endividamento dos produtores.
Depois de uma conversa com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, seu colega de partido, o ministro Geddel informou que a repactuação das dívidas do cacau será acompanhada de um projeto de refinanciamento da economia regional com a liberação de recursos para a diversificação produtiva. `O PAC do Cacau pode ser a solução definitiva que tanto buscamos para evitar a inadimplência dos produtores e a retomada do crescimento na região`, afirmou Geddel, que estará no lançamento do programa hoje, em Salvador, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A luta do ministro Geddel Vieira Lima pelo reconhecimento oficial dos erros técnicos começou em julho de 2003, quando o então deputado federal fez um discurso na Câmara denunciando a injustiça de se cobrar exclusivamente dos cacauicultores as dívidas oriundas de erros técnicos governamentais.
A partir daí, uma série de ofícios e gestões foram feitas por Geddel Vieira Lima até que a Ceplac admitiu na terceira Nota Técnica, emitida em resposta a questionamentos de Geddel, o equívoco que foi a poda e do combate químico. Durante o uso dessa metodologia, em meados dos anos 90 e antes da clonagem, os cacauais ficaram ainda mais enfraquecidos e milhares de hectares da lavoura acabaram morrendo.
Fonte: Jornal AGORA(Itabuna) - Geral
11/07/07