17/08/2007
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, deve investir nos próximos quatro anos, incluindo recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e contrapartidas dos estados e municípios, entre outras fontes, um total de R$106 bilhões em obras de infra-estrutura habitacional e urbana no país. As perspectivas do PAC para o segmento de moradia no Brasil pautou ontem, em Salvador, as discussões do I Fórum de Habitação de Interesse Social. `Temos um déficit grande a vencer, que chega a 7,9 milhões de unidades habitacionais`, ressaltou o ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, que participou dos debates no Centro de Convenções da Bahia.
Entre as ações em andamento, está a aplicação de R$1,4 bilhão na urbanização de favelas na Bahia. `Os projetos apresentados nessa área estão atualmente em processo de análise. No total, serão destinados R$13 bilhões para todo o país`, explicou o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Habitação, Cid Blanco Júnior.
De acordo com o palestrante, a expectativa é que essas medidas promovam uma queda significativa na carência de habitações junto ao território nacional. Conforme observou, um estudo realizado em 2005 já havia apontado para uma tendência de diminuição desse déficit, que ocorreu em todas as regiões do país, menos em São Paulo. `Já em uma próxima análise, essa queda deve ser ainda maior, em função das novas obras em curso`, completa. Segundo avalia, não existem, no entanto, números definitivos com relação à quantidade de novas unidades que deverão ser construídas. `Seja através da urbanização de favelas ou na implantação de moradias, o objetivo é diminuir esse déficit`, afirmou Cid.
Fonte: Jornal Jornal Correio da Bahia
Em 17/08/2007.
Entre as ações em andamento, está a aplicação de R$1,4 bilhão na urbanização de favelas na Bahia. `Os projetos apresentados nessa área estão atualmente em processo de análise. No total, serão destinados R$13 bilhões para todo o país`, explicou o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Habitação, Cid Blanco Júnior.
De acordo com o palestrante, a expectativa é que essas medidas promovam uma queda significativa na carência de habitações junto ao território nacional. Conforme observou, um estudo realizado em 2005 já havia apontado para uma tendência de diminuição desse déficit, que ocorreu em todas as regiões do país, menos em São Paulo. `Já em uma próxima análise, essa queda deve ser ainda maior, em função das novas obras em curso`, completa. Segundo avalia, não existem, no entanto, números definitivos com relação à quantidade de novas unidades que deverão ser construídas. `Seja através da urbanização de favelas ou na implantação de moradias, o objetivo é diminuir esse déficit`, afirmou Cid.
Fonte: Jornal Jornal Correio da Bahia
Em 17/08/2007.