12/05/2008
Além desses navios de apoio, a empresa vai lançar `nos próximos dias`, segundo o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, a segunda etapa do Programa de Renovação da Frota de petroleiros, que na primeira fase encomendou 26 unidades. Nesta segunda etapa, serão mais cerca de 20 unidades, informou o diretor de Abastecimento e Refino da estatal, Paulo Roberto Costa, sem dar o número exato.
O diretor ainda informou que, em paralelo ao lançamento deste programa, a Petrobras pretende encomendar diretamente junto à indústria naval dois petroleiros do tipo VLCC (que hoje são os maiores do mundo) e tem seu valor estimado em torno de US$ 180 milhões cada um. `Serão contratos de afretamento no longo prazo para navios que deverão ser construídos no Brasil`, disse.
Outro pacote semelhante, disse Costa, será lançado para a construção de mais navios de transporte de derivados. `A idéia é que sejam navios construídos no Brasil, a serem tripulados por equipe brasileira, e que serão afretados por um longo prazo, de 15 anos, numa nova modalidade que vamos lançar`, explicou.
O diretor defendeu que os investidores ampliem seus negócios na área naval no País. `Vamos precisar de novas tecnologias, de mais espaço para a construção, de novos estaleiros. É um excelente momento para o investidor nacional e estrangeiro aplicar recursos no Brasil`, disse.
Repórter: KELLY LIMA
Fonte: O Estado de S. Paulo
Em 12/05/2008.
O diretor ainda informou que, em paralelo ao lançamento deste programa, a Petrobras pretende encomendar diretamente junto à indústria naval dois petroleiros do tipo VLCC (que hoje são os maiores do mundo) e tem seu valor estimado em torno de US$ 180 milhões cada um. `Serão contratos de afretamento no longo prazo para navios que deverão ser construídos no Brasil`, disse.
Outro pacote semelhante, disse Costa, será lançado para a construção de mais navios de transporte de derivados. `A idéia é que sejam navios construídos no Brasil, a serem tripulados por equipe brasileira, e que serão afretados por um longo prazo, de 15 anos, numa nova modalidade que vamos lançar`, explicou.
O diretor defendeu que os investidores ampliem seus negócios na área naval no País. `Vamos precisar de novas tecnologias, de mais espaço para a construção, de novos estaleiros. É um excelente momento para o investidor nacional e estrangeiro aplicar recursos no Brasil`, disse.
Repórter: KELLY LIMA
Fonte: O Estado de S. Paulo
Em 12/05/2008.