22/06/2007
A viagem de passageiro em pé nos ônibus do sistema intermunicipal de transporte continua proibida. O juiz Rosmar Antonni Cavalcanti de Alencar, da 12ª Vara da Justiça Federal da Bahia, negou nesta quinta-feira (21), o pedido de suspensão da medida reivindicada pela Abemtro (Associação das Empresas de Transporte Coletivo da Bahia). Em cumprimento à decisão judicial, a Secretaria Estadual de Infra-estrutura determinou que Agerba não dará qualquer autorização para que as empresas operem transportando além da capacidade dos veículos.
`A Agerba continuará fiscalizando, autuando e multando as empresas que não seguirem a determinação. O objetivo é zelar pela segurança do cidadão. As empresas podem colocar horários extras e até fretar veículos para atender à demanda`, afirmou o secretário de Infra-estrutura, Antonio Carlos Batista Neves, acrescentando que, além do fator segurança, o usuário precisa viajar também com comodidade e conforto.
Nesta sexta-feira (22), a Agerba autuou três empresas (São João, São Luiz e Planeta), durante blitz realizada no ponto da Brasilgás, na BR-324. As três conduziam, juntas, 35 passageiros em pé. O valor da multa, por passageiro, é de R$ 283. Na quinta (21), na Estação Rodoviária de Salvador, foram autuadas também as empresas RD Transportes e a Viação Cidade Sol, pelo mesmo motivo.
O diretor-executivo da Agerba, Antonio Lomanto Netto, informou que hoje mesmo comunicou a decisão da Justiça Federal, mantendo a proibição para a viagem de passageiro em pé, aos comandos das polícias Rodoviária Federal e Estadual no sentido de que a fiscalização prevaleça. O movimento de saída da cidade pela Rodoviária de Salvador continua intenso e deve aumentar ainda mais a partir da tarde desta sexta-feira.
Até às 12 horas, as empresas já tinham colocado 1.100 horários extras, de um total de 1.500 previstos. A expectativa da Agerba é de que 180 mil pessoas estejam viajando para o interior via Rodoviária de Salvador. O transporte clandestino de passageiros está sendo combatido pelas blitzes realizadas pela Agerba, com o apoio das polícias Rodoviária Federal e Estadual, nas principais rodovias do Estado.
Os veículos clandestinos não oferecem segurança, pois não são vistoriados e em caso de acidentes, deixam os usuários sem qualquer cobertura de seguro. `É preciso muito cuidado, pois o número de acidentes nas estradas envolvendo o transporte irregular cresce bastante em períodos de festas e feriados prolongados`, alerta Lomanto Netto.
Fonte: Ascom Agerba / Seinfra
`A Agerba continuará fiscalizando, autuando e multando as empresas que não seguirem a determinação. O objetivo é zelar pela segurança do cidadão. As empresas podem colocar horários extras e até fretar veículos para atender à demanda`, afirmou o secretário de Infra-estrutura, Antonio Carlos Batista Neves, acrescentando que, além do fator segurança, o usuário precisa viajar também com comodidade e conforto.
Nesta sexta-feira (22), a Agerba autuou três empresas (São João, São Luiz e Planeta), durante blitz realizada no ponto da Brasilgás, na BR-324. As três conduziam, juntas, 35 passageiros em pé. O valor da multa, por passageiro, é de R$ 283. Na quinta (21), na Estação Rodoviária de Salvador, foram autuadas também as empresas RD Transportes e a Viação Cidade Sol, pelo mesmo motivo.
O diretor-executivo da Agerba, Antonio Lomanto Netto, informou que hoje mesmo comunicou a decisão da Justiça Federal, mantendo a proibição para a viagem de passageiro em pé, aos comandos das polícias Rodoviária Federal e Estadual no sentido de que a fiscalização prevaleça. O movimento de saída da cidade pela Rodoviária de Salvador continua intenso e deve aumentar ainda mais a partir da tarde desta sexta-feira.
Até às 12 horas, as empresas já tinham colocado 1.100 horários extras, de um total de 1.500 previstos. A expectativa da Agerba é de que 180 mil pessoas estejam viajando para o interior via Rodoviária de Salvador. O transporte clandestino de passageiros está sendo combatido pelas blitzes realizadas pela Agerba, com o apoio das polícias Rodoviária Federal e Estadual, nas principais rodovias do Estado.
Os veículos clandestinos não oferecem segurança, pois não são vistoriados e em caso de acidentes, deixam os usuários sem qualquer cobertura de seguro. `É preciso muito cuidado, pois o número de acidentes nas estradas envolvendo o transporte irregular cresce bastante em períodos de festas e feriados prolongados`, alerta Lomanto Netto.
Fonte: Ascom Agerba / Seinfra