24/08/2007
Um grupo formado por 24 técnicos da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) - 13 de Salvador e 11 do interior do estado - deu início, hoje (23), às ações do Projeto de Desenvolvimento de Comunidades Rurais das Áreas mais Carentes do Estado da Bahia - Terra de Valor. Eles vão visitar 2.700 comunidades das regiões nordeste e sudoeste, localizadas em 34 municípios de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), área de abrangência do projeto.
Segundo o coordenador do projeto, César Maynart, antes dos técnicos irem a campo, foram realizados 23 dias de capacitação intensiva, com a participação de 18 entidades, entre secretarias de Estado, movimentos sociais e organizações federais, que expuseram suas ações e vão ser parceiros do projeto, a exemplo do MST, FUNAI e Ongs. `O curso foi extremamente positivo e a equipe teve condições de detalhar todo o projeto e definir as estratégias de intervenção, visando maior técnica e eficácia na aplicação dos recursos`, explicou.
Maynart informou que a capacitação realizada pela empresa vinculada à Secretaria do Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), foi proveitosa e que agora o próximo passo é fazer o diagnóstico e formar os comitês comunitários e conselhos territoriais. As ações serão iniciadas simultaneamente em todos os 34 municípios. O projeto está dentro do cronograma planejado para 2007 com o FIDA - Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola. `Primeiro, identificaremos as demandas da população e transformaremos essas demandas em projetos, que serão implementados`, acentuou.
Com o curso foram definidas as estatísticas e metas do projeto e como será sua monitoria e a avaliação. Segundo o coordenador, os técnicos entenderam o que é o projeto e, juntos, avaliaram o que é preciso reajustar. Além disso, saíram da capacitação com o Manual de Operações definido. Nele, sabemos qual será o modelo de gestão territorial, os critérios para financiamento do projeto e as regras para o proceder esse financiamento.
Das 2.700 comunidades visitadas, os técnicos escolherão 300 para que sejam feitos os investimentos iniciais. A intenção é atendermos as comunidades que tiverem maior necessidade e são consideradas mais pobres. `Vamos nos apoiar no conhecimento da CAR para fazer esse diagnóstico`, enfatizou Maynart.
Fonte: Agecom 23/08/07
Segundo o coordenador do projeto, César Maynart, antes dos técnicos irem a campo, foram realizados 23 dias de capacitação intensiva, com a participação de 18 entidades, entre secretarias de Estado, movimentos sociais e organizações federais, que expuseram suas ações e vão ser parceiros do projeto, a exemplo do MST, FUNAI e Ongs. `O curso foi extremamente positivo e a equipe teve condições de detalhar todo o projeto e definir as estratégias de intervenção, visando maior técnica e eficácia na aplicação dos recursos`, explicou.
Maynart informou que a capacitação realizada pela empresa vinculada à Secretaria do Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), foi proveitosa e que agora o próximo passo é fazer o diagnóstico e formar os comitês comunitários e conselhos territoriais. As ações serão iniciadas simultaneamente em todos os 34 municípios. O projeto está dentro do cronograma planejado para 2007 com o FIDA - Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola. `Primeiro, identificaremos as demandas da população e transformaremos essas demandas em projetos, que serão implementados`, acentuou.
Com o curso foram definidas as estatísticas e metas do projeto e como será sua monitoria e a avaliação. Segundo o coordenador, os técnicos entenderam o que é o projeto e, juntos, avaliaram o que é preciso reajustar. Além disso, saíram da capacitação com o Manual de Operações definido. Nele, sabemos qual será o modelo de gestão territorial, os critérios para financiamento do projeto e as regras para o proceder esse financiamento.
Das 2.700 comunidades visitadas, os técnicos escolherão 300 para que sejam feitos os investimentos iniciais. A intenção é atendermos as comunidades que tiverem maior necessidade e são consideradas mais pobres. `Vamos nos apoiar no conhecimento da CAR para fazer esse diagnóstico`, enfatizou Maynart.
Fonte: Agecom 23/08/07