21/09/2007
No município de Feira de Santana, onde acontece esta semana, a Conferência Territorial de Cultura do Sertão Baiano, existe há quase 30 anos o Museu da Casa do Sertão. É um local que preserva a cultura sertaneja, o espírito de regionalidade e resguarda os aspectos do dia-a-dia do homem nordestino, contexto que conta um pouco da história de povoamento da região.
Recentemente, uma boa notícia para o Museu. Uma parceria entre a Fundação Pedro Calmon e a Universidade Estadual de Feira de Santana possibilitará a capa-citação dos técnicos da Casa do Sertão, através do curso `Gestão da Informação Aplicada aos Arquivos Municipais`. O curso acontece entre os dias 12 e 14 de novembro, no Campus da UEFS.
A formação tem o intuito de oferecer informações práticas sobre questões relacionada, a técnicas de organização e conservação de arquivos para os profissionais responsáveis pelo acervo da Casa do Sertão. O curso também será oferecido em outros municípios, como ilhéus e São Felix. O objetivo da Fundação Pedro Calmon é estender para todo o estado.
`A conscientização sobre a importância da documentação existente em arquivos como a Casa do Sertão, e do tratamento adequado para preservá-los são princípios primordiais para a sua conservação. Cuidar dos arquivos é cuidar da nossa memória, portanto, esse curso é essencial para garantir que os nossos acervos estejam em mãos capacitadas e especializadas`, pontuou Wlamyra Albuquerque, diretora de Arquivos da Fundação Pedro Calmon (DIARQ).
A diretora destaca o papel que a Casa do Sertão vem exercendo na preservação da memória da região. `O espaço é de grande importância para a disseminação da cultura popular e histórica da Bahia, atraindo estudantes e professores em busca de referências para pesquisas e informações sobre a vida do sertanejo nordestino, personagem da formação social brasileira`, afirma. A Casa do Sertão está localizada no Campus da UEFS, e funciona de segunda à sexta, das 8h às 18h.
Orgáo cultural completa três décadas ano que vem Construído pelo Lion Clube de Feira de Santana, e inaugurado a 30 de junho de 1978, foi doado a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), tornando-se `Museu da Casa do Sertão / Centro de Estudos Feirense`, órgão criado como forma de incentivar pesquisas sobre a tradição da região, desenvolvendo no campus universitário a difusão da cultura local, a preservação e a valorização da cultura popular.
Recentemente, foi incorporado ao Museu, o Centro de Pesquisa e Documentação de Feira de Santana - CPDOFS, para a produção e viabilização da pesquisas históricas de graduaçao e pós-graduação sobre Feira de Santana e região.
A difusão das manifestações popular sertanejas é garantida através das salas de exposição, artesanato e couro, que possui cerca de 1.170 peças de pequeno e grande portes, entre fibra, madeira, barro, palha. O acervo do couro (Sala Eurico Alves Boaventura) pertenceu ao antigo Museu Regional de Feira oe Santana. O setor fonográfico dispõe de gravações de baião, cantorias, xaxado, entre outros.
No acervo bibliográfico do Museu constam livros, periódicos e documentos sobre antropologia, religião, sociologia, literatura de cordel, folclore e cultura popular, além da biblioteca particular do Monsenhor Renato de Andrade Galvão, criador do Centro de Estudos Feirense - CENEF. O núcleo de Literatura de Cordel reúne aproximadamente 2.400 exemplares, de autores clássicos e modernos.
Fonte: Jornal Tribuna Feirense
Recentemente, uma boa notícia para o Museu. Uma parceria entre a Fundação Pedro Calmon e a Universidade Estadual de Feira de Santana possibilitará a capa-citação dos técnicos da Casa do Sertão, através do curso `Gestão da Informação Aplicada aos Arquivos Municipais`. O curso acontece entre os dias 12 e 14 de novembro, no Campus da UEFS.
A formação tem o intuito de oferecer informações práticas sobre questões relacionada, a técnicas de organização e conservação de arquivos para os profissionais responsáveis pelo acervo da Casa do Sertão. O curso também será oferecido em outros municípios, como ilhéus e São Felix. O objetivo da Fundação Pedro Calmon é estender para todo o estado.
`A conscientização sobre a importância da documentação existente em arquivos como a Casa do Sertão, e do tratamento adequado para preservá-los são princípios primordiais para a sua conservação. Cuidar dos arquivos é cuidar da nossa memória, portanto, esse curso é essencial para garantir que os nossos acervos estejam em mãos capacitadas e especializadas`, pontuou Wlamyra Albuquerque, diretora de Arquivos da Fundação Pedro Calmon (DIARQ).
A diretora destaca o papel que a Casa do Sertão vem exercendo na preservação da memória da região. `O espaço é de grande importância para a disseminação da cultura popular e histórica da Bahia, atraindo estudantes e professores em busca de referências para pesquisas e informações sobre a vida do sertanejo nordestino, personagem da formação social brasileira`, afirma. A Casa do Sertão está localizada no Campus da UEFS, e funciona de segunda à sexta, das 8h às 18h.
Orgáo cultural completa três décadas ano que vem Construído pelo Lion Clube de Feira de Santana, e inaugurado a 30 de junho de 1978, foi doado a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), tornando-se `Museu da Casa do Sertão / Centro de Estudos Feirense`, órgão criado como forma de incentivar pesquisas sobre a tradição da região, desenvolvendo no campus universitário a difusão da cultura local, a preservação e a valorização da cultura popular.
Recentemente, foi incorporado ao Museu, o Centro de Pesquisa e Documentação de Feira de Santana - CPDOFS, para a produção e viabilização da pesquisas históricas de graduaçao e pós-graduação sobre Feira de Santana e região.
A difusão das manifestações popular sertanejas é garantida através das salas de exposição, artesanato e couro, que possui cerca de 1.170 peças de pequeno e grande portes, entre fibra, madeira, barro, palha. O acervo do couro (Sala Eurico Alves Boaventura) pertenceu ao antigo Museu Regional de Feira oe Santana. O setor fonográfico dispõe de gravações de baião, cantorias, xaxado, entre outros.
No acervo bibliográfico do Museu constam livros, periódicos e documentos sobre antropologia, religião, sociologia, literatura de cordel, folclore e cultura popular, além da biblioteca particular do Monsenhor Renato de Andrade Galvão, criador do Centro de Estudos Feirense - CENEF. O núcleo de Literatura de Cordel reúne aproximadamente 2.400 exemplares, de autores clássicos e modernos.
Fonte: Jornal Tribuna Feirense