02/10/2007
Batizado de Parque Tecnológico Tecnovia, o novo centro de desenvolvimento da Bahia foi contemplado ontem com a assinatura de convênio na ordem de R$ 13,6 milhões, entre governos federal e estadual. Com previsão para início das obras em 2008, o parque tem como objetivo atrair empresas de base tecnológica ao Estado, contando com incubadoras de empresas, centros de Pesquisa e Desenvolvimento, laboratórios de núcleos de pesquisa, além de incentivo à interação entre universidades e empresas.
O projeto, que terá execução de longo prazo e diversas fases, será construído próximo à Avenida Luís Viana Filho, Paralela, numa área de 1 milhão de metros quadrados. Para a sua implantação, o Estado regulamentou a lei que institui o Programa Estadual de Incentivos à Inovação Tecnológica (Inovatec), que até 2010 contará com recursos na faixa dos R$ 60 milhões para ampliação da base tecnológica da Bahia, enquanto ainda para o exercício de 2007, o programa irá dispor R$ 15 milhões provenientes do Fundo de Investimentos Econômico e Social da Bahia (Fies). Já a prefeitura de Salvador, para viabilizar a implantação do Parque, criou incentivos fiscais para a área, como IPTU e ISS.
A existência da Tecnovia na capital baiana reflete a tendência nacional de implantação de incubadoras de empresas, uma forma de apoiar a inovação de serviços e produtos sem que a empresa nascente se lance imediatamente no mercado para consolidar o seu negócio. No Brasil, o crescimento médio anual deste tipo de experiência é de 30% e atualmente o país conta com 414 incubadoras, sendo 297 em operação, 92 em implantação e 25 em projeto.
O Parque Tecnológico de Salvador terá 50% de sua área ocupada por conservação da vegetação nativa de mata atlântica que circunda o local, além do compromisso de que só serão implantadas empresas com tecnologias limpas. O convênio para implantação da Tecnovia contou com a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, do governador Jaques Wagner e do secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, durante solenidade de lançamento da IV Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Bahia, no Palácio Rio Branco.
Terra é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece até 7 de outubro e conta em sua programação, com uma série de atividades que trazem como pauta à importância das questões globais do planeta, como a sobrevivência da espécie humana, as riquezas naturais do planeta, as mudanças climáticas e a poluição atmosférica.
Hoje, alunos da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) promovem uma oficina de construção de foguetes movidos à água, lunetas e observações astronômicas, à tarde, na Praça Municipal. A intenção é fazer dos espectadores, principalmente crianças, viverem um momento de técnicos espaciais.
De acordo com o professor Alberto Betzler, que coordena a atividade, a experiência consiste em fabricar um pequeno foguete, a partir de uma garrafa Pet, colocá-lo num tanquinho de água, encher de ar com uma pequena bomba de pneu de bicicleta e, então, soltá-lo. Com a pressão, o foguete subirá pelo menos uns dez metros.
Na programação, haverá feiras de ciências, mostras científicas itinerantes, experimentos interativos em locais de grande concentração popular e um planetário inflável. O seminário também contará com exposições de arte, oficinas interativas de reciclagem, jogos de matemática, mostras de cultura indígena, de quilombolas, de terreiros de candomblé, de agricultura familiar e assentamentos rurais.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: Livia Veiga
02/10/07
O projeto, que terá execução de longo prazo e diversas fases, será construído próximo à Avenida Luís Viana Filho, Paralela, numa área de 1 milhão de metros quadrados. Para a sua implantação, o Estado regulamentou a lei que institui o Programa Estadual de Incentivos à Inovação Tecnológica (Inovatec), que até 2010 contará com recursos na faixa dos R$ 60 milhões para ampliação da base tecnológica da Bahia, enquanto ainda para o exercício de 2007, o programa irá dispor R$ 15 milhões provenientes do Fundo de Investimentos Econômico e Social da Bahia (Fies). Já a prefeitura de Salvador, para viabilizar a implantação do Parque, criou incentivos fiscais para a área, como IPTU e ISS.
A existência da Tecnovia na capital baiana reflete a tendência nacional de implantação de incubadoras de empresas, uma forma de apoiar a inovação de serviços e produtos sem que a empresa nascente se lance imediatamente no mercado para consolidar o seu negócio. No Brasil, o crescimento médio anual deste tipo de experiência é de 30% e atualmente o país conta com 414 incubadoras, sendo 297 em operação, 92 em implantação e 25 em projeto.
O Parque Tecnológico de Salvador terá 50% de sua área ocupada por conservação da vegetação nativa de mata atlântica que circunda o local, além do compromisso de que só serão implantadas empresas com tecnologias limpas. O convênio para implantação da Tecnovia contou com a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, do governador Jaques Wagner e do secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, durante solenidade de lançamento da IV Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Bahia, no Palácio Rio Branco.
Terra é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece até 7 de outubro e conta em sua programação, com uma série de atividades que trazem como pauta à importância das questões globais do planeta, como a sobrevivência da espécie humana, as riquezas naturais do planeta, as mudanças climáticas e a poluição atmosférica.
Hoje, alunos da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) promovem uma oficina de construção de foguetes movidos à água, lunetas e observações astronômicas, à tarde, na Praça Municipal. A intenção é fazer dos espectadores, principalmente crianças, viverem um momento de técnicos espaciais.
De acordo com o professor Alberto Betzler, que coordena a atividade, a experiência consiste em fabricar um pequeno foguete, a partir de uma garrafa Pet, colocá-lo num tanquinho de água, encher de ar com uma pequena bomba de pneu de bicicleta e, então, soltá-lo. Com a pressão, o foguete subirá pelo menos uns dez metros.
Na programação, haverá feiras de ciências, mostras científicas itinerantes, experimentos interativos em locais de grande concentração popular e um planetário inflável. O seminário também contará com exposições de arte, oficinas interativas de reciclagem, jogos de matemática, mostras de cultura indígena, de quilombolas, de terreiros de candomblé, de agricultura familiar e assentamentos rurais.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: Livia Veiga
02/10/07