03/03/2008
Salvador tem a menor taxa de desemprego desde o ano de 1996. É o que revela recente pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A chamada Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) informa a redução do índice total na região metropolitana, que passou de 20,3% em dezembro de 2007 para 19,8% da População Economicamente Ativa (PEA).
Foi a segunda pesquisa divulgada nos últimos 30 dias que mostra a cidade deixando a incômoda posição de campeã brasileira do desemprego. Não deixa de ser uma boa notícia, no entanto, bem distante da que sonhamos e pelo que trabalhamos dia-a-dia, que é a imprensa estampando num futuro próximo a manchete de que somos a capital campeã na geração de empregos.
Na RMS o número de desempregados chega a 369 mil, este último dado divulgado pelo Dieese.
Voltemos a Salvador. Aqui, o poder público não cruzou os braços e as provas são justamente estes estudos que comprovam a queda do índice de desemprego depois de 12 anos. Os resultados não acontecem por acaso. São, sim, fruto de um planejamento, de um trabalho focado na criação de novos postos de trabalho.
É o trabalho que dignifica o cidadão e que leva renda às famílias. Como prefeito, estou trabalhando no sentido de conseguir índices ainda melhores. Estou confiante.
O otimismo não é à toa. Hoje, Salvador tem uma Secretaria de Emprego e Renda.
Quase todas as ações da prefeitura têm como foco a criação de novos postos de trabalho. Projetos como o Pro-Sanear, infraestrutura e construção de unidades habitacionais em regime de mutirão ou não, em conjunto com os ministérios da Cidade e da Integração Regional são fontes geradoras de emprego. Aliás, vale registrar que Salvador, depois de 10 anos, volta a investir em habitação popular, utilizando o crédito solidário.
Recentemente, a prefeitura realizou o concurso para a recém-criada Guarda Municipal, que vai gerar mais dois mil empregos diretos. Mais 1.900 empregos também serão gerados para o preenchimentos de vagas voltadas aos agentes de combate a endemias, cujo o concurso público vai acontecer brevemente. A prefeitura já convocou mais de sete mil pessoas aprovadas em concursos públicos.
É uma luta incessante. O Sistema de Intermediação de Mão-de-Obras, o Simm, conseguiu levantar 55 mil vagas.
Só tivemos capacidade de preencher 26 mil por causa da falta de mão-de-obra qualificada. É preciso - e estamos buscando - parceria no sentido de ampliar o processo de qualificação profissional, fundamental no processo de geração de emprego e renda.
Um assunto que se tornou polêmico, mas que não tenho medo de abordar é o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, o PDDU, que sancionei nos últimos dias. É um plano que coloca a cidade no futuro, contudo muita gente tem medo do futuro e quer viver eternamente no passado. E como aqui o assunto em questão é a geração de empregos, vale salientar que o PDDU é um forte vetor voltado à geração de emprego de renda.
O plano permitirá um novo ordenamento da cidade, em todas as suas regiões.
Falam muito apenas na orla marítima, onde efetivamente será feita uma bela transformação e não tenho dúvidas em afirmar que será em pouco tempo a mais bonita do País, sem qualquer perige sombreamento das praias. Com o PDDU, existe a perspectiva de geração de 100 mil empregos diretos nos próximos três anos, de acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, a Ademi.
Participei, dias atrás, do lançamento da Liquida Salvador, que aliás, gera quase três mil empregos temporários, em parceria com o município e governo do Estado.
No evento, o palestrante foi o jornalista Paulo Henrique Amorim, que se referiu à prefeitura como uma `campeã de empregos`, após receber informações de pesquisas e relatórios do governo municipal.
Longe disso, a realidade é outra, mas vamos continuar trabalhando, fazendo a nossa parte, o dever de casa mesmo, tentando sensibilizar a sociedade para entrar nessa verdadeira e prioritária batalha. Só assim, poderemos sonhar com o título de campeão de empregos.
Eu acredito muito neste sonho.
Fonte: Jornal A Tarde
Em 3/03/2008.
Foi a segunda pesquisa divulgada nos últimos 30 dias que mostra a cidade deixando a incômoda posição de campeã brasileira do desemprego. Não deixa de ser uma boa notícia, no entanto, bem distante da que sonhamos e pelo que trabalhamos dia-a-dia, que é a imprensa estampando num futuro próximo a manchete de que somos a capital campeã na geração de empregos.
Na RMS o número de desempregados chega a 369 mil, este último dado divulgado pelo Dieese.
Voltemos a Salvador. Aqui, o poder público não cruzou os braços e as provas são justamente estes estudos que comprovam a queda do índice de desemprego depois de 12 anos. Os resultados não acontecem por acaso. São, sim, fruto de um planejamento, de um trabalho focado na criação de novos postos de trabalho.
É o trabalho que dignifica o cidadão e que leva renda às famílias. Como prefeito, estou trabalhando no sentido de conseguir índices ainda melhores. Estou confiante.
O otimismo não é à toa. Hoje, Salvador tem uma Secretaria de Emprego e Renda.
Quase todas as ações da prefeitura têm como foco a criação de novos postos de trabalho. Projetos como o Pro-Sanear, infraestrutura e construção de unidades habitacionais em regime de mutirão ou não, em conjunto com os ministérios da Cidade e da Integração Regional são fontes geradoras de emprego. Aliás, vale registrar que Salvador, depois de 10 anos, volta a investir em habitação popular, utilizando o crédito solidário.
Recentemente, a prefeitura realizou o concurso para a recém-criada Guarda Municipal, que vai gerar mais dois mil empregos diretos. Mais 1.900 empregos também serão gerados para o preenchimentos de vagas voltadas aos agentes de combate a endemias, cujo o concurso público vai acontecer brevemente. A prefeitura já convocou mais de sete mil pessoas aprovadas em concursos públicos.
É uma luta incessante. O Sistema de Intermediação de Mão-de-Obras, o Simm, conseguiu levantar 55 mil vagas.
Só tivemos capacidade de preencher 26 mil por causa da falta de mão-de-obra qualificada. É preciso - e estamos buscando - parceria no sentido de ampliar o processo de qualificação profissional, fundamental no processo de geração de emprego e renda.
Um assunto que se tornou polêmico, mas que não tenho medo de abordar é o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, o PDDU, que sancionei nos últimos dias. É um plano que coloca a cidade no futuro, contudo muita gente tem medo do futuro e quer viver eternamente no passado. E como aqui o assunto em questão é a geração de empregos, vale salientar que o PDDU é um forte vetor voltado à geração de emprego de renda.
O plano permitirá um novo ordenamento da cidade, em todas as suas regiões.
Falam muito apenas na orla marítima, onde efetivamente será feita uma bela transformação e não tenho dúvidas em afirmar que será em pouco tempo a mais bonita do País, sem qualquer perige sombreamento das praias. Com o PDDU, existe a perspectiva de geração de 100 mil empregos diretos nos próximos três anos, de acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, a Ademi.
Participei, dias atrás, do lançamento da Liquida Salvador, que aliás, gera quase três mil empregos temporários, em parceria com o município e governo do Estado.
No evento, o palestrante foi o jornalista Paulo Henrique Amorim, que se referiu à prefeitura como uma `campeã de empregos`, após receber informações de pesquisas e relatórios do governo municipal.
Longe disso, a realidade é outra, mas vamos continuar trabalhando, fazendo a nossa parte, o dever de casa mesmo, tentando sensibilizar a sociedade para entrar nessa verdadeira e prioritária batalha. Só assim, poderemos sonhar com o título de campeão de empregos.
Eu acredito muito neste sonho.
Fonte: Jornal A Tarde
Em 3/03/2008.