12/05/2008
Lula mencionou a dimensão dos investimentos da Petrobras, anunciados pelo presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, e advertiu os empresários de que precisarão se preparar de forma `extraordinária` para atender toda a demanda de plataformas, sondas e navios que a petroleira necessitará nos próximos anos.
`Temos que ver se queremos ou não queremos dar esse salto de qualidade no país`, disse Lula durante discurso.
O presidente mencionou os programas de desenvolvimento anteriores, como o plano de metas dos anos 1950-1960, e o segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) dos anos 1970.
Com esse novo programa industrial, segundo Lula, o Brasil quer superar 25 anos de incertezas e baixo crescimento. `Foram 25 anos de marasmo e apatia que impediram os empresários de investir em novas fábricas e criar novos empregos na escala demandada pelo nosso imenso desafio social.`
O presidente destacou que a política de desenvolvimento produtivo tem metas possíveis para os próximos três anos, mas deve ter continuidade além deste período.
`São orientações estratégicas que, espero, possam servir para o desenvolvimento do Brasil nos próximos 10 a 15 anos.`
Ele afirmou também que um plano abrangente como o recém-lançado exige um compromisso entre os setores público e privado, entre governo, trabalhadores e empresários.
Lula dirigiu-se ao líder do Democratas no Senado, José Agripino Maia (DEM-RN), para cobrar rapidez na aprovação das medidas.
`Aspectos da política industrial terão que ser enviados ao Congresso e precisarão de uma apreciação rápida. Tenho certeza que o Congresso votará com a rapidez que o Brasil precisa`, afirmou.
Repórter: Mair Pena Neto
Fonte: REUTERS/Agência Estado
Em 12/05/2008.
`Temos que ver se queremos ou não queremos dar esse salto de qualidade no país`, disse Lula durante discurso.
O presidente mencionou os programas de desenvolvimento anteriores, como o plano de metas dos anos 1950-1960, e o segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) dos anos 1970.
Com esse novo programa industrial, segundo Lula, o Brasil quer superar 25 anos de incertezas e baixo crescimento. `Foram 25 anos de marasmo e apatia que impediram os empresários de investir em novas fábricas e criar novos empregos na escala demandada pelo nosso imenso desafio social.`
O presidente destacou que a política de desenvolvimento produtivo tem metas possíveis para os próximos três anos, mas deve ter continuidade além deste período.
`São orientações estratégicas que, espero, possam servir para o desenvolvimento do Brasil nos próximos 10 a 15 anos.`
Ele afirmou também que um plano abrangente como o recém-lançado exige um compromisso entre os setores público e privado, entre governo, trabalhadores e empresários.
Lula dirigiu-se ao líder do Democratas no Senado, José Agripino Maia (DEM-RN), para cobrar rapidez na aprovação das medidas.
`Aspectos da política industrial terão que ser enviados ao Congresso e precisarão de uma apreciação rápida. Tenho certeza que o Congresso votará com a rapidez que o Brasil precisa`, afirmou.
Repórter: Mair Pena Neto
Fonte: REUTERS/Agência Estado
Em 12/05/2008.