04/06/2008
Com o seminário internacional `Crime Organizado & Lavagem de Dinheiro`, delegados de polícia de toda a Bahia se reúnem, até esta sexta-feira (6), no Fiesta Convention Center, no Itaigara, para comemorar os 53 anos da Associação dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia (Adpeb). Durante o evento, serão debatidos temas comuns à segurança pública e à área jurídica.
Entre os palestrantes estão o ex-secretário nacional de Segurança Pública da Colômbia, Hector Riveros Serrato, o coordenador geral de Defesa Institucional do Departamento de Polícia Federal, Fernando Segóvia, o coronel do Exército Brasileiro, Jori Dolvim Dantas, e a pesquisadora do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crimes, Marina Oliveira.
Segóvia disse que o seminário é importante principalmente para a troca de experiências. `Vamos mostrar aqui quais são as linhas de ação da Polícia Federal para, junto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), traçar o melhor planejamento no combate ao crime organizado na Bahia. A idéia é que a gente una as forças para combater efetivamente essa prática`, declarou.
Nesse sentido, Segóvia lembrou que o secretário de Segurança Pública, Antônio César Nunes, é um delegado da Polícia Federal. `Sempre estivemos trabalhamos em conjunto. Temos que estreitar ainda mais esses laços, pois são poucos homens dentro das polícias e o crime cada vez se agiganta mais. Se não utilizarmos com inteligência o nosso efetivo, não conseguiremos combatê-lo`, refletiu. O delegado federal elogiou a atuação da Bahia no combate ao crime organizado. `Com a operação Big Bang ficou comprovado que há essa sintonia. A prisão do Perna, com R$ 280 mil reais e duas pistolas, demonstra uma ação efetiva do governo do estado, que está de parabéns`.
Para Segóvia, a ação articulada nas ações de inteligência ocorrida para a realização desta operação é o que todas as polícias precisam. `É preciso também investir na formação de bons profissionais, em bons equipamentos, escutas telefônicas, melhorando as condições da própria população. O combate da criminalidade reflete diretamente na sociedade, na vida do cidadão`, observou.
Polícia aparelhada
César Nunes admitiu que o crime organizado existe na Bahia, mas disse que o Estado está capacitado para combatê-lo. `A polícia está aparelhada, a nossa superintendência de inteligência está totalmente aparelhada, nossos policiais civis e militares são capacitados para empreender essas ações. Tanto assim que fizemos agora uma bonita operação com 520 policiais e obtivemos sucesso total, com 26 presos, inclusive o líder, drogas, grande quantidade de dinheiro e armas`, elencou.
Sobre o evento, Nunes afirmou que `é muito importante porque trazemos profissionais de fora que vão trocar conhecimento, fazer uma reflexão sobre novas modalidades criminosas, experiências, e isso é muito benéfico para aqueles que operam a segurança pública`, declarou.
Segundo a presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia, Soraia Gomes, a importância do evento consiste justamente na troca de experiências. `Na realidade, o narcotráfico e o crime organizado são um problema que está evoluindo no país inteiro e que precisam de uma atuação`, afirmou. Ela disse que, na Bahia, se observa uma evolução deste tipo de crime, mas as polícias Civil e Militar, o Ministério Público e Magistratura têm feito a sua parte.
Entre os palestrantes estão o ex-secretário nacional de Segurança Pública da Colômbia, Hector Riveros Serrato, o coordenador geral de Defesa Institucional do Departamento de Polícia Federal, Fernando Segóvia, o coronel do Exército Brasileiro, Jori Dolvim Dantas, e a pesquisadora do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crimes, Marina Oliveira.
Segóvia disse que o seminário é importante principalmente para a troca de experiências. `Vamos mostrar aqui quais são as linhas de ação da Polícia Federal para, junto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), traçar o melhor planejamento no combate ao crime organizado na Bahia. A idéia é que a gente una as forças para combater efetivamente essa prática`, declarou.
Nesse sentido, Segóvia lembrou que o secretário de Segurança Pública, Antônio César Nunes, é um delegado da Polícia Federal. `Sempre estivemos trabalhamos em conjunto. Temos que estreitar ainda mais esses laços, pois são poucos homens dentro das polícias e o crime cada vez se agiganta mais. Se não utilizarmos com inteligência o nosso efetivo, não conseguiremos combatê-lo`, refletiu. O delegado federal elogiou a atuação da Bahia no combate ao crime organizado. `Com a operação Big Bang ficou comprovado que há essa sintonia. A prisão do Perna, com R$ 280 mil reais e duas pistolas, demonstra uma ação efetiva do governo do estado, que está de parabéns`.
Para Segóvia, a ação articulada nas ações de inteligência ocorrida para a realização desta operação é o que todas as polícias precisam. `É preciso também investir na formação de bons profissionais, em bons equipamentos, escutas telefônicas, melhorando as condições da própria população. O combate da criminalidade reflete diretamente na sociedade, na vida do cidadão`, observou.
Polícia aparelhada
César Nunes admitiu que o crime organizado existe na Bahia, mas disse que o Estado está capacitado para combatê-lo. `A polícia está aparelhada, a nossa superintendência de inteligência está totalmente aparelhada, nossos policiais civis e militares são capacitados para empreender essas ações. Tanto assim que fizemos agora uma bonita operação com 520 policiais e obtivemos sucesso total, com 26 presos, inclusive o líder, drogas, grande quantidade de dinheiro e armas`, elencou.
Sobre o evento, Nunes afirmou que `é muito importante porque trazemos profissionais de fora que vão trocar conhecimento, fazer uma reflexão sobre novas modalidades criminosas, experiências, e isso é muito benéfico para aqueles que operam a segurança pública`, declarou.
Segundo a presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia, Soraia Gomes, a importância do evento consiste justamente na troca de experiências. `Na realidade, o narcotráfico e o crime organizado são um problema que está evoluindo no país inteiro e que precisam de uma atuação`, afirmou. Ela disse que, na Bahia, se observa uma evolução deste tipo de crime, mas as polícias Civil e Militar, o Ministério Público e Magistratura têm feito a sua parte.